• 2º Simpósio de Atualização SBD 2014

    "Tratamento da Glicemia no ambiente hospitalar: Uma questão de vida ou morte?"

     

    Coordenação:

    • Dr. Roberto Raduan - Hospital Beneficência Portuguesa - SP

     

    Valor da Inscrição:

    • Sócios SBD / SBEM: Isentos
    • Médicos não Sócios: R$ 130,00 
    • Residentes e Estudantes (com comprovante): R$ 50,00 
    • Outros profissionais da saúde: R$ 80,00

     

    Data:

    • 25 de Outubro

     

    Local:

    • Hotel Blue Tree Premium Faria Lima
    • Av. Brigadeiro Faria Lima, 3989
    • Vila Olímpia - São Paulo - SP

     

    Programação completa, clique aqui.

     

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    11 3842-4931

  • Conhecendo melhor os Análogos de Insulina

    Entrevista com o Dr. Domingos Malerbi

  • Dia Nacional de Prevenção da Obesidade

    O Departamento de Obesidade da SBD vem juntar seus esforços com a SBEM e ABESO que lançaram uma bela campanha em seus sites e facebook, pelo Dia Nacional de Prevenção da Obesidade.

    É impressionante que apesar do aumento assustador da incidência de obesidade no mundo, apesar de muito bem comprovado cientificamente sobre os riscos de inúmeras doenças que a obesidade pode desencadear ou agravar, entre elas o diabetes tipo II, apesar de uma gama enorme de medicamentos novos para combater o diabetes e o esforço mundial da área científica para que cada vez mais novas terapêuticas venham se juntar às já existentes, praticamente nada é feito para sua prevenção.

    A indústria alimentícia não toma nenhum medida impactante para que alguma prevenção possa efetivamente ser feita.

    Há anos nossas sociedades procuram o governo federal para alguma campanha neste sentido, mas infelizmente, por enquanto, nada deu algum resultado significativo.

    Pensando nisso, pensei como realmente é difícil uma mudança nessa área alimentar, ao lembrar-me de um artigo que escrevi na revista da ABESO há 10 anos, sobre a qualidade alimentar de tudo que é servido nos congressos (tudo muito apetitoso, mas extremamente calórico, com alto teor de carboidratos simples e gordura), aos participantes.

    “Faça o que eu digo, mas não o que eu faço”. Este foi o título de uma reportagem sobre alimentação em congressos médicos na Revista Veja, acusando os profissionais de não seguirem as próprias regras sobre dieta e se fartarem de pães de queijo, canapés e doces. O texto, publicado em 7 de abril de 2004, na edição 1848 da revista veja, foi escrito de modo jocoso, desrespeitoso, com frases do tipo: “os médicos sabem muito bem como deve ser uma alimentação saudável, mas, na hora de encher a própria barriga, muitos burlam todas as normas que recomendam”.

    Sim, publicado há 10 anos e nada mudou!!!

    Em todos os eventos científicos que tenho oportunidade de participar, a quantidade de alimentos altamente calóricos oferecidos é alarmante. Não há uma preocupação com uma alimentação mais saudável, que também pode ser muito apreciada e alimentar melhor, digamos assim, os participantes, que na maioria das vezes não têm tempo para fazer uma refeição adequada.

    Então, como primeira tentativa de mudança dentro de nosso ambiente científico, onde uma melhor qualidade alimentar é a primeira medida necessária para conseguirmos qualquer tipo de tratamento para o diabetes, venho sugerir que, a partir de agora, a todos os eventos científicos apoiados pela SBEM, SBD E ABESO venham sugestões nossas a todos os patrocinadores sobre tudo que poderia ser servido, para agradar a “gregos e troianos”, com uma alimentação gostosa e com qualidade nutricional.

    Tive a oportunidade de observar em um grande simpósio no Congresso Europeu de Diabetes, a preocupação do laboratório que serviu a um número impressionante de participantes, coffee breaks e almoços com opções muito saudáveis.

    Na ocasião, tive a oportunidade de chamar atenção do Dr Walter Minicucci ao fato e fiz esta sugestão que estou apresentando e ele achou que seria interessante adotarmos esta medida, como um passo inicial.

    Já sugeri, portanto, ao Departamento de Nutrição da SBD a elaboração de inúmeras opções para que isso seja feito o mais breve possível a partir de agora nos nossos eventos.

    Vamos ouvir a SBEM e ABESO sobre este assunto.

    Um outro assunto que merece nossa atenção, no intuito da prevenção da obesidade, é a qualidade da merenda escolar, o que se coloca à venda nas cantinas escolares e qualidade de cardápios servidos em escolas de tempo integral.

    Apesar de termos alcançado mudanças significativas em algumas escolas nestes últimos anos, há muito ainda a se fazer.

    E muito também a se fazer, em relação à prática de esportes e atividades físicas nas escolas, em relação ao tempo no currículo escolar e preocupação à qualidade dos professores.

    Uma escola com preocupação na alimentação de suas crianças e adolescentes, com incentivo à atividade física, me parece fundamental como início efetivo para prevenção da obesidade.

    Entramos em contato com o Governo do Estado de São Paulo, para vermos a possibilidade de trabalharmos em conjunto nesta área.

    Sabemos da dificuldade do tratamento da obesidade.

    Mas alguma coisa terá que ser feita para sensibilizar (o que eu particularmente não acredito) ou criar maneiras de incentivo para que as indústrias alimentícias vejam alguma vantagem na mudança, já que não é o que ocorre no mundo todo, apesar da situação alarmante que presenciamos neste terceiro milênio.

    O que está acontecendo, infelizmente, como bem disse Michael Polland, é que a indústria alimentícia deixa a população doente no mundo de hoje e as indústrias farmacêuticas correm atrás de avanços para tratar estas doenças.

    Não é um contrassenso???

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  • Análogos de insulina e hipoglicemia em pilotos de aeronaves

    Reconhecimento do papel dos análogos de insulina na redução do risco de hipoglicemia em pilotos de aeronaves

  • Esclarecimentos sobre a polêmica dos adoçantes artificiais

    Publicação online vem causando polêmica ao sugerir a possibilidade dos adoçantes artificiais de induzir à intolerância à glicose e mesmo ao diabetes e à obesidade.

    A revista Nature publicou em 17 de setembro a última versão online de um estudo que vem causando polêmica em todo o mundo [1] ao sugerir a possibilidade dos adoçantes artificiais de induzir à intolerância à glicose e mesmo ao diabetes e à obesidade.

    Em resumo, os seguintes tópicos reproduzem as conclusões do estudo:

    1 - O estudo foi conduzido em ratos e em 7 humanos saudáveis e não usuários de adoçantes artificiais, dos quais apenas 4 apresentaram um quadro significativo de intolerância à glicose quando expostos a doses usuais de sacarina durante uma semana.

    2 - Em ratos, o uso de sacarina, sucralose e aspartame promoveu um aumento do risco de intolerância à glicose.

    3 - Os mecanismos desse efeito colateral dos adoçantes artificiais ainda não está bem esclarecido, mas parece estar relacionado com alterações na microbiota dos indivíduos expostos a adoçantes.

    4 - Paralelamente, os pesquisadores analisaram 400 indivíduos e descobriram que as bactérias intestinais dos usuários de adoçantes eram bastante distintas daquelas encontradas em não-usuários.

    Os autores salientaram, entretanto, que os resultados desse estudo são preliminares e que, por isso, as conclusões do estudo não devem ser encaradas como recomendações clínicas destinadas a inibir o uso de adoçantes artificiais.

    Nessa mesma linha, os autores recomendam que as pessoas não devem encarar os achados do estudo como um conceito segundo o qual as bebidas açucaradas devam ser preferidas, em detrimento dos adoçantes artificiais.

    Até que essa polêmica seja resolvida no futuro, não há no momento nenhuma recomendação no sentido de propor a suspensão do uso de adoçantes artificiais, uma vez que esses produtos são considerados seguros, conforme posicionamentos da Food and Drug Administration, da American Diabetes Association e da American Medical Association, entre outras.

    Fonte:
    Suez J, Korem T, Zeevi D et al. Artificial sweeteners induce glucose intolerance by altering the gut microbiota. Nature. Publicado online em 17 de Setembro de 2014. DOI: 10.1038/nature13793

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  • Posicionamento Oficial SBD nº 02/2014

    Diabetes and Cardiovascular Disease: From Evidence to Clinical Practice – Position Statement 2014 of Brazilian Diabetes Society

  • Posicionamento Oficial SBD - 01/2014

    Conduta Terapêutica no Diabetes Tipo 2: Algoritmo SBD 2014. Disponível para estudantes e profissionais da saúde devidamente cadastrados nos seus respectivos conselhos profissionais.

  • Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes - 2013-2014

    As Diretrizes da Sociedade Brasileira de Diabetes 2013-2014, estão disponíveis para estudantes e profissionais da saúde devidamente cadastrados nos seus respectivos conselhos profissionais.

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O impacto do controle glicêmico sobre o risco de insuficiência cardíaca em pacientes com diabetes

O diabetes, em si, já é um fator de risco para insuficiência cardíaca (IC). Entretanto, ainda não está devidamente comprovada a correlação entre o controle glicêmico rígido e a redução na ocorrência de IC em pacientes diabéticos.

O presente estudo teve por objetivo avaliar esta questão, investigando as associações específicas de raças com diferentes níveis de hemoglobina glicada (A1C) e seu impacto no risco de IC em pacientes com diabetes.

O estudo incluiu 17.181 negros americanos e 12.446 brancos, os quais foram seguidos durante 6,5 anos exatamente com o objetivo de avaliar a ocorrência de IC durante o período de observação.

Durante o seguimento, foram identificados 5.089 casos de IC os quais se mostraram diferentemente associados a diferentes níveis de A1C no início do estudo. Em ambos os grupos estudados, os pacientes foram classificados de acordo com seis diferentes faixas de resultados de A1C, variando de -6,0% até >10,0%. Os resultados do estudo mostraram uma proporcionalidade direta entre níveis de A1C e ocorrência de IC. O maior risco de ocorrência de IC apresentou um aumento de 49% no grupo de negros americanos e de 61% no grupo de pacientes brancos portadores de diabetes. Essa associação proporcional também esteve presente em pacientes diabéticos com ou sem tratamento com agentes redutores da glicemia.

Os autores concluíram que o estudo sugere fortemente uma associação gradual positiva entre níveis de A1C e o risco de insuficiência cardíaca tanto em pacientes com diabetes, tanto nos negros como nos brancos.

Fonte: Zhao W, Katzmarzyk P, Horswell...

A tecnologia que estimula sua atividade física: Endomondo

Atividade física todos sabemos, é uma ação de excelente auxílio para o controle do Diabetes, assim como a tecnologia.

Então, a tecnologia aplicada ao exercício físico pode potencializar e muito o valor deste para todos, incluindo as pessoas com Diabetes.

Desta forma, uma ferramenta muito valiosa é o ENDOMONDO, app gratuito (ou pago em versões mais sofisticadas) que pode ser utilizado em Smartphones com plataforma Android, BlackBerry, iOS, Symbian e WinMo.

Endomondo é uma comunidade de esportes criada em 2007, baseada no rastreamento de corrida, ciclismo, etc. via GPS, gratuito e em tempo real, cuja chamada no site é: “Rastreie seus treinos; Desafie os seus amigos; Analise seu treinamento; Com Endomondo no seu telefone, você pode acompanhar a sua corrida, ciclismo e outros esportes. É divertido, é social e é motivador.”

Tendo o App instalado no seu celular e com o GPS ligado, ao iniciar uma atividade física, como caminhada...

O poder do paciente bem informado para o autocontrole do diabetes

O objetivo final das estratégias de educação em diabetes não é o de apenas informar o paciente, porém, ainda mantê-lo estritamente dependente de seu médico para os ajustes de doses da medicação utilizada. O autogerenciamento do diabetes é um objetivo universalmente considerado como fundamental nas estratégias educacionais para o controle da doença. O presente estudo avaliou a possibilidade de se obter um controle glicêmico com base na autotitulação do tratamento pelo paciente, quando comparado ao nível de controle decorrente da titulação de uma dose única diária de insulina em bolu programada pelo médico numa situação de um paciente com diabetes tipo 2 (DM2) que não consegue obter um controle glicêmico otimizado apenas com uma dose de insulina basal.

Foram incluídos no estudo pacientes com DM2 e com um nível de A1C >7%, apresentando episódios de hipoglicemia noturna ou níveis insuficientes de glargina como insulina basal, para atingir um nível de...

A metformina aumenta mesmo o risco de acidose láctica em pacientes renais?

Classicamente, considera-se que o uso de metformina está contraindicado em indivíduos com insuficiência renal de grau mais avançado, uma vez que esse fármaco poderia aumentar o risco de acidose láctica. Seria esse posicionamento um consenso geral ou apenas uma opinião mais ou menos generalizada entre os diabetologistas?

Um estudo publicado na revista Diabetes Care, de maio de 2014, procurou determinar se o uso de metformina em pacientes com diabetes tipo 2 (DM2) com níveis distintos de função renal estariam mesmo associado a um risco aumentado de acidose láctica. Os dados foram coletados de 77.601 pacientes de uma base de dados do Reino Unido, com base nos seguintes critérios: diagnóstico de DM2, tratamento com metformina e pelo menos uma avaliação da função renal realizada no período do estudo. A função renal foi avaliada pela taxa de filtração glomerular, tendo sido classificada como “normal” (n), “discretamente reduzida” (Mi), “moderadamente reduzida” (Mo) ou...

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