Nos últimos anos houve um aumento
na incidência de doenças crônicas (obesidade,
diabetes, doenças cardiovasculares) e fatores de risco associados
(como tabagismo, estresse, sedentarismo e alimentação
inadequada), que ocasionaram o aumento da morbidade e da mortalidade
da população adulta mundial.
A associação da obesidade às outras patologias
crônicas citadas acima é denominada Síndrome
Metabólica.
Existem alguns desencontros na definição de Síndrome
Metabólica (SM), pois não há uma descrição
internacional definitiva. Com isso, cada grupo de pesquisadores
segue um conjunto de patologias associadas, de acordo com trabalhos
desenvolvidos.
Atualmente, estima-se que 24% da população adulta
dos EUA e entre 50 e 60% na população acima de 50
anos possuem Síndrome Metabólica (SM). Algumas projeções
indicam que, em 2010, os EUA terão de 50 a 75 milhões,
ou mais, americanos com a síndrome.
A prevalência da SM vai depender,
em grande parte, da forma como será identificada, uma vez
que também há diferenças relacionadas com o
sexo, faixa etária, origem étnica e estilo de vida.
A SM, como a maioria das síndromes, apresenta vários
elementos e nem todos precisam estar expressos em todos os indivíduos.
*Consultoria: Dr. Marco Antônio Vívolo, menbro do Conselho Científico do site da Sociedade Brasielira de Diabetes.
Consultoria: Dra. Ana Claudia Ramalho (Coordenadora do Departamento de Atividade Física da SBD, gestão 2006/ 2007)
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