A intensidade da atividade
física é a quantidade de esforço a que o organismo
é submetido na realização de uma tarefa. Quanto
mais intensa uma atividade (seja em velocidade ou força),
mais anaeróbio o metabolismo energético se torna.
Assim como a duração do exercício, a intensidade
também influencia na variação da glicemia,
para cima ou para baixo. Recomenda-se, portanto, uma variação
entre 50% e 85% da freqüência cardíaca máxima,
estabelecida na avaliação cineantropométrica.
Intensidades inferiores a 50% proporcionam pouco benefício
à pessoa com diabetes e intensidades superiores a 85% creditam
risco potencial e indesejado.
Por isso, esportes competitivos precisam ser acompanhados de rigorosas
avaliações glicêmicas e exames rotineiros mais
freqüentes.
Atividades de alta intensidade realizadas em horários variados
predispõem e contribuem para um mau controle da glicemia.
Os exercícios de força, comuns em halterofilistas
e em certas fases do trabalho muscular em esportes de competição,
também são potencialmente prejudiciais. Eles favorecem
a elevação da pressão intraocular, propiciando
hemorragias retinianas em pessoas com diabetes com retinopatia diabética
proliferativa e, em alguns casos, de retinopatia diabética
não proliferativa.
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