A Sra. Vera Benedito, moradora de São Paulo, recebeu um telefonema do laboratório onde realizou os seus exames.
A chamada partiu da Dra. Zulmira de Fátima Bismarck.
Vejam na carta o que se passou entre as duas. A Dra. Zulmira deu um raro e belo exemplo de profisionalismo. A cliente, por sua vez, mostrou como o processo educacional pode influenciar decisões importantes de mudança de estilo de vida. Agradecemos, a Dra. Zulmira e à Sra Vera, a autorização que nos deram para a publicação no "Conte a sua história". (Reginaldo Albuquerque - editor do site.)
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Dra. Zulmira de Fátima, a Sra. não me conhece. Sou uma entre milhares de pacientes que anualmente fazem seus exames rotineiros na busca incessante pela saúde e bem-estar. No dia 29 de maio do corrente ano, realizei alguns exames de rotina para saber o que estava acontecendo comigo. Não me sentia bem, havia acabado de completar um check-up anual para o meu médico ginecologista, Dr. Jair de Oliveira, e pedi a ele que solicitasse mais exames pois os que eu havia concluído estavam normais e ainda assim não me sentia bem.
Naquele mesmo período, estava com um resfriado em virtude de mudança de tempo.
Estava com laringite, quase sem voz, e o mais intrigante, sentia-me prostrada, sem forças, desanimada. Daí o pedido de exames complementares. Pois bem, fiz os exames pela manhã, no Laboratório Lavoisier, no bairro do Tatuapé, pertinho aqui de casa, já que moro no bairro do Belenzinho. Qual não foi minha surpresa, quando pouco antes das seis horas da tarde do dia 29 de maio recebo um telefonema do laboratório, era a senhora.
Fiquei assustada, pensei que era trote, mas a senhora imediatamente identificou-se dizendo o seu nome, confirmou os meus dados, certificando-se inclusive de que era eu mesma que havia realizado os exames pela manhã. Primeiro, me deu uma bronca, perguntando indignada: A senhora não controla seu diabetes não?