Segundo Dr. Tadejy Battelino, presidente do congresso e médico e chefe de Serviço da Endocrinologia Pediátrica da Faculdade de Medicina da Universidade de Slovenia, dentre as novas drogas para DM1, os novos análogos de insulina também estão na ordem do dia. Entre os destaques estão os análogos ultrarrápidos, que colocariam os análogos rápidos - Lys-Pro, Glulisina, e Aspártica - na prateleira dos medicamentos menos eficazes. Junto com esse grupo de medicamentos também estaria a insulina Rápida (regular), pela sua dificuldade para lidar com a hiperglicemia pósprandial.

Estariam tomando seu lugar, possivelmente, por conseguirem apresentar melhores resultados, diminuindo os atrasos que existem hoje em dia entre o timing da injeção de insulina e de seu inicio de ação (que começaria a ocorrer 10 minutos apos a injeção dos análogos de insulinas rápidos – Lys-Pro, Glulisina e Asparte).

A dúvida não é saber se este desenvolvimento é possível e sim se a indústria irá investir no desenvolvimento destes produtos, já que o mercado europeu parece pouco receptivo a comprá-los.

Outras opções, ainda segundo o mesmo palestrante, são as drogas que retardam a absorção de comida ou o uso de glucagon, porém ele não crê que sejam a solução.

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