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Elizabeth Camarão - 09/07/2008 15:03
Assessoria de Imprensa
Artigo Dra. Solange Travassos (foto)
As férias de inverno estão chegando e para quem tem diabetes devem ser tomados alguns cuidados para se aproveitar tudo o que as férias podem proporcionar, sem, no entanto, descuidar do controle do diabetes. As férias também são uma ótima oportunidade para passar mais tempo com a família e com os amigos.
Em geral, o tratamento do diabetes é muito influenciado pela rotina diária. É importante ter regularidade nos horários, no conteúdo e quantidade da dieta e no nível de atividade física. Com o início das férias a rotina muda abruptamente, em maior ou menor grau, e frequentemente são necessárias adaptações na prescrição médica. Especialmente para quem usa insulina, prever as mudanças e ajustar a dose previamente pode significar evitar problemas relacionados a hipoglicemias (baixa de açúcar) e hiperglicemias (alta de açúcar), os quais podem tirar um pouco do sabor das férias e colocar a saúde do diabético em risco.
O simples fato de acordar ou comer mais tarde já requer adaptação da dose de insulina na maioria dos casos. Os padrões de atividade física e os hábitos alimentares também costumam variar bastante. Nos dias de muita atividade, pode ser necessária uma redução na dose de insulina e/ou um aumento na ingestão de carboidratos. Deve-se, ainda, estar atento para a possibilidade de hipoglicemia noturna, sendo importante aferir a glicemia ao deitar. O nível ideal de glicemia ao deitar depende da idade, do tipo de tratamento, da habilidade de perceber a hipoglicemia, entre outros fatores. O médico deve ser consultado para estabelecer a faixa de glicemia segura para cada paciente.
No caso de viagens, deve-se ter cuidado com o transporte da insulina e ter sempre medicamentos e insumos em quantidades acima do necessário. A insulina deve ser transportada em bolsa térmica ou isopor, sempre na bagagem de mão. Em viagens para o exterior é necessária declaração médica, se possível, na língua do país a ser visitado ou em inglês. Em muitos países não se consegue comprar remédios sem prescrição médica e os nomes ainda podem ser diferentes. Então levar medicamentos de uso freqüente é uma boa idéia. Informar os companheiros de viagem e os amigos mais próximos sobre sintomas e cuidados com a hipoglicemia é indispensável. Lanches, açúcar, tabletes de glicose ou balas não podem faltar na bagagem de mão para evitar imprevistos como atrasos e dificuldade de acesso à comida. Pode ser necessária alteração no horário da insulina caso ocorra mudança de fuso horário.
A freqüência de monitorização da glicemia deve ser intensificada para compensar a mudança na rotina e orientar o ajuste da medicação. Assim, depois de tomar alguns cuidados, é só relaxar e aproveitar as férias.
Maiores informações e entrevistas com a endocrinologista Solange Travassos, da Sociedade Brasileira de Diabetes Regional Rio de Janeiro, pelo telefone (21) 8153-3513.
Assessoria de Imprensa
Stylo Comunicação
Telefone: (21) 2521-3249
E-mail: stylo@imagelink.com.br
Celular: Elizabeth Camarão - (21) 9124-1172
Não serão aprovados comentários ofensivos; que não sejam pertinentes ao texto; ou com solicitação de orientações médicas quanto a tratamento e/ou diagnóstico, conforme legislação vigente.
Lucia Rodrigues - 02-08-2008 22:34:44
Olá!! Tenho 42 anos, sou diabética há 14 anos e há 5 uso insulina. No momento estou curtindo uma senama de "férias" e achei esta matéria importantíssima. Apesar de estar no Brasil, adorei as dicas quanto ao transporte de insulina e a importância de medir minha glicemia antes de dormir. Pena que as fitas de medição glicêmica estejam tão caras!
José ribeiro da costa - 29-07-2008 08:34:00
OLà sou diabetico, e essa matéria
é importantíssima. È só seguir as orientações que vai ter uma qualidade de
vida melhor.
Sabrina de Oliveira Santos - 26-07-2008 13:49:18
OLá ADOREI A MATéRIA : POIS EU TENHO DIABETES, E FOI EU LER ESSA MATéRIA QUE OS MEU RESULTADO GLICEMICOS Já MELHOROU !!
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