Aulas Livres - Diabetes 1

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Diabetes Tipo 1

INTRODUÇÃO

O diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é uma doença crônica caracterizada pela destruição parcial ou total das células β das ilhotas de Langerhans pancreáticas, resultando na incapacidade progressiva de produzir insulina. Esse processo pode levar meses ou anos, mas somente aparece clinicamente após a destruição de pelo menos 80% da massa de ilhotas. Inúmeros fatores genéticos e ambientais contribuem para a ativação imunológica que desencadeia esse processo destrutivo.

INTRODUÇÃO

O The Third Injection Tecnique Work-shop in Athens (TITAN), realizado em setembro de 2009 em Atenas,1 Grécia, envolveu 127 experts provenientes de 27 países para discutir novas recomendações para aplicação de insulina em diabéticos.1 Esse trabalho originou uma publicação, a New Injection Recommendations for Patientes with Diabetes, publicada em junho de 2010, com recomendações que oferecem aos profissionais um guia prático e seguro, que preenche uma grande lacuna no conhecimento

INTRODUÇÃO

O diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é uma condição de incidência aproximada de 0,5 novo caso/100.000 habitantes/ano com um pico de incidência na adolescência, porém com um forte viés de aumento de incidência em crianças < 5 anos. Por muito tempo achou-se que as complicações do diabetes mellitus (DM) fossem determinadas geneticamente, sem relação com o tipo e a qualidade do controle metabólico instituído.

INTRODUÇÃO

O diabetes mellitus tipo 1 (DM1) é a segunda doença crônica mais frequente da infância, menos prevalente apenas que a asma, e sua incidência vem aumentando nas últimas décadas, especialmente nas faixas etárias menores (B).1,2, 3

O DM1 é responsável por 90% dos casos de diabetes na infância, no entanto, apenas 50% dos casos são diagnosticados antes dos 15 anos. Dados epidemiológicos recentes, publicados no "Atlas de Diabetes 2013" da International Diabetes Federation (IDF) estimam uma

INTRODUÇÃO

O controle da glicemia reduz de forma significativa as complicações do diabetes mellitus (DM).1,2 Assim, métodos que avaliam a frequência e a magnitude da hiperglicemia são essenciais no acompanhamento do DM, visando a ajustes no tratamento. Até a década de 1970, a avaliação do controle glicêmico era feita apenas com medida domiciliar da glicosúria e dosagens ocasionais de glicemia de jejum.

A partir do final da década de 1970,as bombas de infusão de insulina ou sistemas de infusão contínua de insulina (SICI) começaram a ser usados em estudos como o Diabetes Control Complications Trial (DCCT)2 e, a partir do final da década de 1980, em grande número de pacientes como um recurso para obter e manter o controle rígido dos níveis glicêmicos de pessoas com diabetes mellitus tipo 1 (DM1).3

O sucesso do transplante de pâncreas relaciona-se com a melhora da qualidade de vida dos pacientes, não só pela dieta mais flexível, mas também pela interrupção do uso de múltiplas doses de insulina exógena e das medições diárias de glicemia capilar. Os pacientes passam a apresentar glicemia estável, sem as tão comuns e lesivas excursões glicêmicas. Esse benefício é maior quanto mais difícil era o controle anterior ao transplante, como verificado nos pacientes com diabetes mellitus (DM)

CONCEITO DE HEMOGLOBINA GLICADA

O termo genérico “hemoglobina glicada” refere-se a um conjunto de substâncias formadas com base em reações entre a hemoglobina A (HbA) e alguns açúcares. O termo “hemoglobina glicosilada” tem sido erroneamente utilizado como sinônimo de hemoglobina glicada (HbA1c). O processo de “glicação” de proteínas envolve uma ligação não enzimática e permanente com  açúcares redutores como a glicose, ao contrário do processo de “glicosilação”, que envolve uma ligação

INTRODUÇÃO

As duas medidas mais efetivas para prevenir doenças infecciosas são as higiênicas e a imunização. A decisão para recomendar uma vacina envolve a avaliação dos riscos da doença, os benefícios da vacinação e os riscos associados à sua realização.1

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