Dra. Andressa Heimbecher Soares

  • Endocrinologista
  • Especialista pela Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia.
  • Médica colaboradora do Grupo de Obesidade e Síndrome Metabólica do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).
  • Membro Titular da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia e Membro Ativo da Endocrine Society.
Diabetes e memória metabólica: uma breve história do tempo

A cada ano novos medicamentos para o controle do Diabetes tem chegado ao mercado. Desde levar o rins a filtrar uma quantidade maior de açúcar (nossos inibidores de SLGT2) , até estimular a conversa hormonal intestino cérebro (análogos de GLP-1), passando pelo desenvolvimento de insulinas de ultra longa duração, todas as armas tem se mostrado interessantes quando o assunto é controlar nossos pacientes, baseado em escolhas individualizadas. No entanto, existe uma arma que é fundamental neste contexto e independe de individualização: o tempo.

Tempo é sinônimo de memória metabólica. Fenômeno descrito a partir da observação dos...

A periodontite (doença periodontal) é uma infecção crônica que acomete os tecidos de proteção e sustentação do dente (gengiva, ligamento periodontal e osso). Esse processo inflamatório, se não tratado, leva à perda do osso que sustenta o dente na boca e, consequentemente, à perda do próprio dente.

A inflamação da gengiva é desencadeada por bactérias gram-negativas, que geram uma resposta inflamatória que pode influenciar diversas condições sistêmicas. Isso faz com que a periodontite seja considerada a sexta complicação clássica do diabetes.

Com o objetivo de auxiliar o profissional nutricionista na elaboração de cardápios diferenciados para o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE), o qual beneficia diariamente 41 milhões de alunos em todo o país, foi lançado recentemente - pelo Fundo Nacional de Desenvolvimento da educação (FNDE) - o primeiro Caderno de Referência sobre Alimentação Escolar para Estudantes com Necessidades Alimentares Especiais.

Cerca de duzentos anos após o nascimento de Cristo, os cristãos começaram a preparar a festa da Páscoa com três dias de oração, meditação e jejum. Por volta do ano 350 a Igreja aumentou o tempo de preparação para quarenta dias e foi assim que surgiu a Quaresma.O período da Quaresma é vivido na Igreja Católica desde a Quarta-feira de Cinzas até a manhã da Quinta-Feira Santa. Trata-se de um período litúrgico em que há a preparação dos fiéis para a celebração da Páscoa. Esta preparação é feita através de jejum, abstinência e orações. Muitas pessoas fazem penitência nesse período e, seguindo a tradição, muitas ainda deixam de comer carne durante os 40 dias, consumindo como principal fonte de proteína, o peixe. No período da Quaresma , durante 500 anos era seguido à risca o preceito de não se comer carne na quarta-feira de Cinzas e em nenhuma sexta-feira naqueles...

A Sociedade Americana de Endocrinologia acaba de liberar as Diretrizes para o diagnóstico e tratamento da Obesidade Infantil. O documento anterior era de 2009. A obesidade infantil permanece sendo um problema muito importante na saúde dos americanos, pois 17 % das crianças e dos adolescentes estão obesas.

A boa nova é que a obesidade infantil ficou estável nos últimos anos. A má notícia é que aumentou o número de crianças com quadros graves de obesidade. A chamada obesidade extrema.

Quem não gosta de curtir o verão? Ah... o verão! 

Nessa época de muito calor, férias, praias e clubes, às vezes deixamos passar alguns cuidados importantes à saúde, principalmente portadores do diabetes.

O verão pode ser desconfortável para quem tem diabetes. O calor e a umidade podem ser especialmente prejudiciais. Os portadores de diabetes sofrem mais no calor, pois isso pode-se acelerar a absorção da insulina, levando à hipoglicemia. 

Para aproveitar bastante essa época de temperaturas elevadas, separamos algumas dicas eficientes para você usufruir desta estação com saúde:

Diabetes Self-Management Education (DSME) for adults with type 2 diabetes mellitus: A systematic review of the effect on glycemic control

Objetivo do estudo: Avaliar efeito da educação para a auto-gestão do diabetes (DSME), métodos de apoio, atividade da equipe, tempo e duração do contato com os pacientes no controle glicêmico de pacientes adultos com diabetes tipo 2.

Método: Foi realizada uma revisão sistemática nas bases de dados MEDLINE, CINAHL, EMBASE, ERIC e PsycINFO no período de janeiro de 1997 até Dezembro de 2013 para busca de intervenções que incluíam elementos para melhorar os conhecimentos, habilidades e capacidade dos pacientes em realizar atividades de auto-gestão do diabetes, bem como capacidade de tomada de decisões baseada nos objetivos do tratamento.

Pelos dados de 2014, a estimativa é que cerca de 11,9 milhões de brasileiros apresentam diabetes e que em 2035 este número chegue a 19 milhões. Diante deste cenário, é – e será – cada dia mais comum que esses pacientes precisem passar por algum procedimento cirúrgico. Dessa forma, saber informar e preparar o paciente para que não aconteçam complicações é o objetivo da equipe de profissionais envolvidos. E, para facilitar, é importante que você, paciente diabético, saiba de algumas informações. Vamos começar?

Em artigo recém-publicado, foi revelado que os adolescentes (idade média de 16,4 anos) com diabetes tipo 1 e em uso de bomba de insulina (34,8% dos 159 participantes da pesquisa) apresentam menos distúrbios (p < 0,001) e mais tempo de sono noturno (7,8h vs. 7,2h, p=0,013) do que aqueles que usam outras formas de administração de insulina injetável.1 De forma complementar, sabe-se que menos distúrbios e duração e qualidade adequadas do sono favorecem um melhor controle glicêmico, visto que auxiliam na regulação da secreção de diferentes hormônios.2

As Doenças Crônicas Não Transmissíveis (DCNT) são um dos maiores problemas de saúde pública da atualidade. A alta prevalência das DCNT está relacionada a fatores de risco modificáveis como tabagismo, sedentarismo, alimentação inadequada e uso nocivo de álcool.

No Brasil, foram responsáveis, em 2012, por 74% do total de mortes, com destaque para as doenças do aparelho circulatório (30,4% dos óbitos), as neoplasias (16,4%), o diabetes (5,3%) e as doencas respiratórias (6,0%) (OMS,2014)

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