A atividade física regular é essencial e de grande benefício para o controle do diabetes e de condições associadas como a hipertensão arterial, a obesidade, a hipercolesterolemia e etc. Além de facilitar o controle dessas condições a atividade física melhora o condicionamento físico, as dores musculares, articulares e dá uma sensação de bem estar, melhora o humor e a autoestima.

Caminhar, subir escadas, andar de bicicleta, trabalhar no jardim ou dançar são exemplos de atividade física. No entanto para ter benefícios para a saúde a atividade física deve ser moderada e realizada pelo menos durante 150 minutos por semana. Se gosta de caminhar, nadar, fazer hidroginástica, andar de bicicleta, esteira, o recomendado é de 40 a 60 minutos diariamente ou 3 a 4 vezes por semana.

É necessário no entanto, cuidados para não lesar o organismo. Use calçados e roupas apropriadas em locais seguros e sem riscos de acidentes.

São consideradas atividades físicas moderadas:

Caminhar rapidamente (cerca de 5,5 km/h)
Cuidar do jardim
Dançar
Andar de bicicleta (menos de 16 km/h)
Nadar, hidroginástica (especialmente para quem tem problemas articulares)

Atividades físicas vigorosas:

Corrida (mais de 8 km/h)
Andar de bicicleta (mais de 16 km/h)
Natação (nado livre)
Andar muito rápido (sete quilômetros por hora)
Jogar basquete
Jogar futebol

As atividades diárias também podem ser consideradas atividades físicas importantes:

Lavar roupa
Limpar a casa
Lavar o carro
Subir escadas
Caminhar até o trabalho
Essas atividades no entanto podem não ser suficientes para o benefício que se espera da atividade física.

Por último, um lembrete importante: se você tem mais de 40 anos e se...

Há três tipos de diabetes: diabetes tipo 1, diabetes tipo 2 e diabetes gestacional.

Diabetes tipo 1 – É também conhecido como diabetes insulinodependente, diabetes infanto-juvenil e diabetes imunomediado. Neste tipo de diabetes a produção de insulina do pâncreas é insuficiente pois suas células sofrem o que chamamos de destruição autoimune. Os portadores de diabetes tipo 1 necessitam injeções diárias de insulina para manterem a glicose no sangue em valores normais. Há risco de vida se as doses de insulina não são dadas diariamente. O diabetes tipo 1 embora ocorra em qualquer idade é mais comum em crianças, adolescentes ou adultos jovens.

Diabetes tipo 2 – É também chamado de diabetes não insulinodependente ou diabetes do adulto e corresponde a 90% dos casos de diabetes. Ocorre geralmente em pessoas obesas com mais de 40 anos de idade embora na atualidade se vê com maior frequencia em jovens , em virtude de maus...

Diabetes tipo 2 – É também chamado de diabetes não insulinodependente ou diabetes do adulto e corresponde a 90% dos casos de diabetes. Ocorre geralmente em pessoas obesas com mais de 40 anos de idade embora na atualidade se vê com maior frequencia em jovens , em virtude de maus hábitos alimentares, sedentarismo e stress da vida urbana Neste tipo de diabetes encontra-se a presença de insulina porém sua ação é dificultada pela obesidade, o que é conhecido como resistência insulínica, uma das causas de HIPERGLICEMIA. Por ser pouco sintomática o diabetes na maioria das vezes permanece por muitos anos sem diagnóstico e sem tratamento o que favorece a ocorrência de suas complicações no coração e no cérebro.

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Diabetes tipo 1 – É também conhecido como diabetes insulinodependente, diabetes infanto-juvenil e diabetes imunomediado. Neste tipo de diabetes a produção de insulina do pâncreas é insuficiente pois suas células sofrem o que chamamos de destruição autoimune. Os portadores de diabetes tipo 1 necessitam injeções diárias de insulina para manterem a glicose no sangue em valores normais. Há risco de vida se as doses de insulina não são dadas diariamente. O diabetes tipo 1 embora ocorra em qualquer idade é mais comum em crianças, adolescentes ou adultos jovens.

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Dra. Lenita Zajdenverg 
Professora Adjunta da Universidade Federal do Rio de Janeiro    
Coordenadora do Serviço de Diabetes e Gravidez da Maternidade Escola da UFRJ

Durante a gravidez ocorrem adaptações na produção hormonal materna para permitir o desenvolvimento do bebê. A placenta é uma fonte importante de hormônios que reduzem a ação da insulina, responsável pela captação e utilização da glicose pelo corpo.  O pâncreas materno, consequentemente, aumenta a produção de insulina para compensar este quadro de resistência á sua ação. Em algumas mulheres, entretanto, este processo não ocorre e elas desenvolvem quadro de diabetes gestacional, caracterizado pelo aumento do nível de glicose no sangue. Quando o bebê é exposto a grandes quantidades de glicose ainda no ambiente intra-uterino, há maior risco de crescimento fetal excessivo(macrossomia fetal) e, conseqüentemente, partos traumáticos, hipoglicemia neonatal e até de obesidade e diabetes na vida adulta.

O diabetes gestacional pode ocorrer em qualquer mulher. Não é...

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