Um estudo publicado em setembro de 2015 avaliou a incidência de síndrome metabólica e sua correlação com o hábito de comer depressa, principalmente em pessoas com maior circunferência abdominal e com níveis mais altos de colesterol HDL (HDLc). São várias as hipóteses para explicar porque o comer depressa pode ter um impacto sobre a incidência de síndrome metabólica. Em primeiro lugar, em função de um retardo na sensação de saciedade, a ingestão rápida de alimentos pode gerar um consumo alimentar de maior volume, até que o estômago dê sinais de plenitude. Em segundo lugar, a ingestão rápida de alimentos pode resultar num aumento da resistência à insulina, característica essa da própria síndrome metabólica.

Esse estudo incluiu 8.941 participantes com idades entre 40 e 75 anos, sem síndrome metabólica no início do estudo, os quais completaram um questionário em 2008 e foram seguidos até 2011 para determinar a correlação entre comer...

A indicação de cirurgia bariátrica em adolescentes continua sendo objeto de controvérsias. Dois trabalhos, recentemente publicados estudam importantes aspectos deste debate. Um, examina os parâmetros cardiovasculares e o outro os emocionais, antes e após a cirurgia.

O primeiro trabalho foi financiado pelo Instituto Nacional de Diabetes e Doenças Digestivas dos Estados Unidos e contou com a participação de 206 adolescentes examinados antes e após 6,12 e 24 meses da cirurgia. A média de idade foi de 17,1 anos e o IMC de 51,7 kg/m2, variando de 33,9 a 80,4 kg/m2.

Os resultados mostraram uma melhoria da função cardiovascular e de sintomas, como dores musculares e fadiga. Os resultados começam a ser evidenciados após 6 meses da cirurgia e duram até 2 anos após o procedimento.

O segundo trabalho, realizado na Suécia, estudou aspectos relacionados ao emocional dos adolescentes obesos acometidos principalmente de ansiedade e depressão. Sessenta e três adolescentes...


É de conhecimento geral que a maioria dos pacientes diabéticos apresenta baixa aderência ao tratamento farmacológico, principalmente quando tratado com opções medicamentosas individuais que precisam ser ingeridas em diferentes horários do dia. Muito já se falou sobre o potencial da polipílula como estratégia eficaz no combate à baixa aderência de pacientes crônicos em geral e que necessitam de vários medicamentos. O estudo UMPIRE, recentemente publicado no JAMA(1), avaliou o impacto da utilização da polipílula sobre a melhora na aderência ao tratamento medicamentoso e no controle de algumas condições de risco cardiovascular, como a hipertensão e a hipercolesterolemia. Esse foi o primeiro estudo que avaliou a terapia com dose fixa de combinação de fármacos e sua eficácia em pacientes com doença cardiovascular (DCV) ou portadores de condições que caracterizam risco cardiovascular aumentado, entre os quais ocorrem cerca de 40% de todos os eventos cardiovasculares.

O estudo UMPIRE foi desenhado como objetivo...

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