Se você é portador de diabetes, fique atento aos sintomas da cetoacidose diabética. São eles:  

  • Excesso de urina;
  • Sede excessiva;
  • Fraqueza;
  • Náuseas;
  • Vômitos;
  • Taquicardia;
  • Sonolência;
  • Confusão;
  • Coma em 10% dos casos;
  • Respiração ofegante;
  • Desidratação;
  • Pressão baixa;
  • Febre ou temperatura baixa;
  • Hálito Cetônico (parece fruta podre);
  • Dor ou sensibilidade abdominal.

A Cetoacidose diabética ocorre principalmente no diabetes tipo 1, mas pode também ocorrer no tipo 2. Suas principais causas são: 

Omissão do tratamento com insulina ou remédios; Mau funcionamento da Bomba de Insulina;

Doenças agudas: infecções (urinária, pulmonar, gripe), infarto do miocárdio, hemorragia digestiva, entre outras;

Distúrbios endócrinos: feocromocitoma, hipertireoidismo, acromegalia;

Drogas (corticóides, agonistas adrenérgicos, fenitoína, beta-bloqueadores, antipsicóticos, álcool, cocaína);  

Desidratação: ingestão deficiente de água, diarreia, sauna; Ingestão excessiva de refrigerantes ou líquidos açucarados.

Esta é uma emergência médica e o Pronto Socorro deve ser procurado imediatamente.

Avise o médico responsável pelo seu tratamento!

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Poucas horas depois de recebermos em primeira mão, no EASD 2010, a notícia de que o Avandia (rosiglitazona) teve a sua comercialização no mercado europeu, as principais agências de notícias do mundo já fizeram o favor de espalhar a notícia.

A informação já estampa a página inicial dos portais mais lidos na Internet do Brasil e do mundo. Amanhã estará na capa de todos os jornais.
Em poucos dias a ANVISA, a agência regulatória brasileira, também emitirá o seu parecer sobre a proibição ou não da venda da medicação.

E se a ANVISA não suspender a venda do medicamento? E o médico? E o paciente diabético que usa Avandia e que está muito bem controlado?

Essa informação médica excessiva na mídia tornará difícil a prescrição de um medicamento que, em alguns casos, pode ser útil. Todos os médicos que tratam do diabetes têm pacientes que ficaram muito bem com o Avandia...

Este estudo randomizado e aberto foi publicado na edição online do Jornal of Clinical Endocrinology and Metabolism e virá na versão impressa de maio. Nele, ficou comprovado que os diabéticos tipo 2 tiveram um melhor controle glicêmico e menos náuseas quando a exenatida foi administrada 1x/semana, em comparação com a versão atual que é administrada 2x/dia.

Essa versão de liberação prolongada da exenatida está atualmente sob revisão das autoridades regulatórias americanas, devendo em breve estar no mercado daquele país. As expectativas para o mercado brasileiro são de aprovação entre 2012 e 2013.

O estudo seguiu 252 pacientes com diabetes tipo 2 (DM2), os quais foram divididos em 2 grupos. O grupo 1 recebeu 2mg de exenatida de liberação prolongada em uma administração semanal (exenatida LAR) por 24 semanas e o grupo 2 utilizou enenatida 5mcg 2x/dia por 4 semanas e em seguida 10mcg 2x/dia por mais 20 semanas. Todas as...

Dubai, 05 de dezembro de 2011.

Hoje teve início de fato o programa científico do World Diabetes Congress. Tive o prazer de assistir palestra da expert D. Christie, do Reino Unido, sobre como melhorar a aderência dos pacientes ao tratamento no diabetes. Durante e após a sua explanação, fiquei imaginando formas para ajudar os meus pacientes diabéticos que muitas vezes não parecem interessados nos seus próprios cuidados. Serão os meus pacientes culpados? Ou a forma como nós médicos estamos impondo o tratamento é que precisa ser revista?

O cuidado com o diabetes, se bem feito, consome grande parte do tempo e da energia de uma pessoa. Dos diabéticos, os médicos e nutricionistas exigem que se alimentem de 3 a 6 vezes por dia, comam 3 a 5 porções de frutas e vegetais, diminuam o estresse, cuidem dos dentes, chequem a sua glicemia de 2 a 7 vezes ao dia, apliquem...

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