Recomenda-se que todo adulto realize atividades físicas moderadas: 30 minutos ou mais na maioria dos dias da semana, ou diariamente (de preferência) ou 150 minutos por semana. Além disso, para adultos diabéticos recomenda-se que o exercício seja aeróbico, de moderada intensidade (por exemplo, atingindo 50 a 70% da freqüência cardíaca máxima  e que na ausência de contra-indicações, pacientes adultos com Diabetes Mellitus Tipo 2 sejam encorajados a realizar treinos de resistência, pelo menos 3 vezes por semana.

No Brasil, o futebol é o esporte com maior número de pessoas interessadas, sendo provavelmente o esporte mais praticado por adultos e crianças do sexo masculino. Que tipo de exercício é realizado num treino ou jogo de futebol? Geralmente, nestes treinos os envolvidos atingem freqüências cardíacas sub-máximas ou máximas, caindo na faixa do treino anaeróbico (maior que 92% da freqüência cardíaca máxima). Só por este motivo, o jogo de futebol não é o...

Pacientes diabéticos devem receber recomendação para realizar pelo menos 150 min/semana de exercício físico  aeróbico de moderada intensidade(ou seja, atingindo 50 a 70% da freqüência cardíaca máxima). Na ausência de contra-indicações, pacientes com Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) devem ser encorajados a realizar  treinos de resistência, pelo menos 3 vezes por semana. 

Porque estas recomendações ?

Tem sido mostrado em diferentes estudos, que o exercício regular melhora o controle glicêmico, diminui o fatores de risco cardiovasculares, contribui para perda ponderal e produz bem-estar. Além disso, o exercício regular pode prevenir a ocorrência de DM2 em indivíduos com alta predisposição.

Intervenções bem estruturadas em pacientes com DM2, que duraram pelo menos 8 semanas, e que utilizaram exercício como principal ferramenta, mostraram diminuição da hemoglobina glicada em 0,66%, mesmo sem perda ponderal significativa. Por outro lado, intensidades mais altas de exercício tem sido associadas com quedas maiores da HbA1c e adesão a atividade fisica.
 
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Conforme recomendações da Sociedade Americana de Diabetes, 2010, apresentada em coluna anterior, pacientes diabéticos devem receber recomendação para realizar pelo menos 150 min/semana de exercício físico aeróbico de moderada intensidade (ou seja, atingindo 50 a 70% da freqüência cardíaca máxima). Na ausência de contra-indicações, pacientes com Diabetes Mellitus tipo 2 (DM2) devem ser encorajados a realizar treinos de resistência, pelo menos 3 vezes por semana. Estas recomendações são decorrentes do fato de que tem sido mostrado em diferentes estudos, que o exercício regular melhora o controle glicêmico, diminui os fatores de risco cardiovasculares, contribui para perda ponderal e produz bem-estar. Mas será que benefícios ocorrem também em pacientes do tipo 2, obesos, e que já estejam usando insulina? Apresentamos a seguir artigo original no qual esta possibilidade foi avaliada.

O estudo foi publicado na revista “Diabetes Care” 30 (10), de outubro de 2007, título: “O Exercício Físico Melhora o Controle...

A prática de exercícios físicos traz benefícios a saúde tanto de crianças como de adultos, quando realizada com regularidade. No Brasil, o futebol é o esporte com maior número de pessoas interessadas, sendo provavelmente o esporte mais praticado por adultos e crianças do sexo masculino.

Recomenda-se que todo adulto realize atividades físicas moderadas: 30 minutos ou mais na maioria dos dias da semana, ou diariamente (de preferência) ou 150 minutos por semana. Além disso, para adultos diabéticos recomenda-se que o exercício seja aeróbico, de moderada intensidade (por exemplo, atingindo 50 a 70% da freqüência cardíaca máxima  e que na ausência de contra-indicações, pacientes adultos com Diabetes Mellitus Tipo 2 sejam encorajados a realizar treinos de resistência, pelo menos 3 vezes por semana.

Que tipo de exercício é realizado num treino ou jogo de futebol? Geralmente, nestes treinos os envolvidos atingem freqüências cardíacas sub-máximas ou máximas, caindo na faixa do treino...

Em parte, esta resposta nos é dada pelo artigo publicado pelo grupo finlandês coordenado pelo professor  Tuhomioleto, o qual realizou estudo que comparou indivíduos que exerciam atividades físicas em diferentes condições:

  1.     Durante  o trabalho;
    2.    Durante o trajeto de ida ou volta ao trabalho;
    3.    No lazer.

O estudo foi publicado  no periódico Diabetologia (2003) 46:322–329. Neste estudo foi avaliado o risco que as pessoas que se exercitavam destas diferentes formas tinham de apresentar diabetes tipo 2, quando na meia idade. Caminhadas ou pedaladas diárias (ida e volta) para o trabalho são tradicionalmente uma das principais formas de atividade física em países, como Finlândia, Dinamarca, Holanda e China. Poucos estudos sugerem que caminhar ou andar de bicicleta diariamente indo ou vindo do trabalho esteja relacionado à  diminuição de risco cardiovascular e/ou mortalidade.

O objetivo deste  estudo foi examinar, através de um estudo de coorte prospectivo, se a atividade física de lazer, deslocamento e...

Como temos relatado em várias colunas do nosso site existem vários benefícios definidos relacionados à realização de exercícios físicos tanto para pessoas que já apresentam diabetes como para aquelas que não o apresentam e pretendem prevenir o seu aparecimento.

Freqüentemente, no entanto, uma questão que surge por parte das pessoas que pensam aumentar as atividades físicas, é a de que o exercício aumenta o apetite e que devido a isto, haveria ganho de peso corporal secundariamente. Apresentamos um estudo que avalia o efeito do exercício nos peptídeos intestinais, ganho de energia e apetite de indivíduos normais e que foi publicado em 2007, no periódico Journal of Endocrinology (autores Martins M, Morgan LM, Bloom SR, Robertson MD).

O objetivo do estudo foi investigar, em voluntários de peso normal, no período agudo após exercício físico de moderada intensidade, os efeitos sobre o consumo energético em uma refeição e correlacionar com os níveis...

O alongamento é comumente prescrito em programas de exercício e como forma de reabilitação de dor crônica, e muitos questionam sua eficácia. Em colunas anteriores apresentamos informações claras relatando a eficácia de exercícios aeróbicos e de resistência muscular (tipo musculação) para prevenção de Diabetes e de suas complicações. E o alongamento? Deve ser realizado por pessoas com Diabetes?

Apresentamos a seguir um artigo recentemente publicado (Physical Therapy 89 (10), 2009) que nos orienta a respeito. O estudo foi um ensaio clínico randomizado realizado por Roberta Law e colaboradores, em Sidney, Austrália, em pessoas com dor musculoesquelética crônica. O objetivo foi avaliar se 3 semanas de alongamento aumentavam a extensibilidade e tolerância ao alongamento em pacientes com dor crônica músculo esquelética.

O delineamento envolvia a comparação das duas pernas dos indivíduos: uma era submetida a alongamento e a outra não. Trinta adultos com dor músculo esquelética persistente por pelo menos 3...

Estudos transversais tem mostrado uma associação inversa entre desempenho cardio-respiratório e a ocorrência de Síndrome Metabólica (SMet) em homens e mulheres de meia idade e idosos.

Em colunas anteriores apresentamos artigos que avaliaram os efeitos do exercício físico em indivíduos com Diabetes tipo 1 e 2. Agora estamos trazendo dados sobre os efeitos do exercício físico em pessoas idosas (57 a 78 anos) e que foram consideradas como apresentando SMet pelo critério do NCEP (National Cholesterol Education Program).

O trabalho foi publicado no periódico Diabetes Care em julho de 2010, sendo parte de um estudo maior de coorte que vem sendo realizado na Finlandia, Kuopio, denominado DR’s EXTRA (The dose response to exercise training study) e tendo como primeiro autor Hassinen M.

Até a ocorrência desta publicação, existiam alguns dados na literatura sobre a prevenção de SMet em pessoas de média idade e nenhum avaliando a possibilidade de resolução da...

Em colunas anteriores mostramos várias evidências de efeito do exercício físico sobre o controle metabólico no Diabetes. Agora, apresentamos evidências sobre o quanto esta intervenção é eficaz em diminuir a glicemia. O estudo é brasileiro e foi liderado pela Profa Dra Beatriz D. Schaan, da UFRGS, uma das autoras desta coluna.

Trata-se de meta-análise na qual foi avaliada a associação de: 1. treinos estruturados de exercício (a. aeróbicos, b. de resistência como, por exemplo, musculação, ou c. Uma combinação de aeróbico e de resistência) e 2. aconselhamento para realização de atividade física com ou sem dieta conforme descrição em vários estudos sobre o controle glicêmico em pacientes com Diabetes Mellitus tipo 2.

O estudo foi publicado na revista JAMA, em maio de 2011. Foram incluídos 8538 pacientes de vários estudos da literatura, tendo sido escolhidos aqueles estudos clínicos randomizados com no mínimo 12 semanas de duração da intervenção, que arrolaram...

Nesta nova coluna chamamos a atenção dos leitores para um aspecto que, segundo vários dados recentes da literatura, vem chamando atenção. Em vários artigos, vem sendo descrito que em pacientes com Diabetes Mellitus há uma prevalência aumentada de déficit de Vitamina D, avaliada através dos níveis séricos da 25-hidroxivitamina D. Segundo alguns deles, por outro lado, a deficiência de vitamina D poderia ser fator de risco para a ocorrência de Diabetes. Tendo em vista este fato, vem a pergunta:  e quais são os efeitos da deficiência de vitamina D na população e nos pacientes com Diabetes? Um artigo publicado por autores brasileiros da UNIFESP e USP (primeiro autor, Pinheiro MM), nos Cadernos de Saúde Pública, em 2010, e que buscou os fatores de risco para quedas, no estudo brasileiro sobre osteoporose (BRAZOS), traz informações que nos parecem muito úteis, a respeito do assunto.

O objetivo do estudo foi estimar a...

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