Um novo produto acaba de ser lançado no mercado. É a união de um monitor de glicemia convencional (Contours - Bayer), acoplado a um game interativo, com base na empresa Didget que utilizou a base do Nintendo DS, nova febre entre os nossos pequenos portadores de diabetes.

O pai de um portador, com expertise no assunto, vendo que seu filho não queria realizar os testes de glicemia capilar, resolveu inventar essa novidade. Com muitas conversas com médicos, enfermeiros, consumidores, jogadores de games etc, chegou ao modelo que está sendo produzido. Nele, a criança faz o teste normalmente como nos outros monitores, mas a partir disso inicia-se a interação e o jogo começa. 

A criança vai ganhando pontos de acordo com o número de testes realizados e as metas glicêmicas para cada momento do dia, sempre com os objetivos glicêmicos e número de testes configurados pelos pais ou cuidadores. O jogador pode...

Deve entrar no mercado Brasileiro ainda este ano, o novo SIC (Sistema de infusão de insulina) da companhia Suíça Roche. A promessa é uma mudança em alguns conceitos e sempre visando a melhora no controle glicêmico dos pacientes diabéticos que necessitam de insulina de forma intensiva.

Accu-Chek Combo é o nome mundial e a inovação aparece no acoplamento do monitor de glicemia (No Brasil o Accu-Chek Performa) com um controle remoto, que controla todas as funções da Bomba (Semelhante a atual Spirit).

Neste “monitor-controle remoto”, o paciente faz sua glicemia capilar normalmente e daí é que começam as novidades. A transferência de informações entre o controle remoto e a bomba é total e realizada pela tecnologia Bluetooth aumentando muito a segurança.

Há neste controle remoto um software desenvolvido para gerenciar os bôlus de insulina chamado de calculador de bôlus (Em Inglês bôlus Advice). O sistema leva em consideração vários dados,...

Em vídeo, a enfermeira Taisa Barissa usa urso para ensinar crianças a injetar a insulina. Débora Mismetti, Editora Assistente de saúde, “Hora de almoçar”, diz o celular. “Hora de medir a glicemia”, apita de novo. Em resposta, a criança diabética ou quem cuida dela envia o resultado da taxa de açúcar no sangue a uma central.

Se o número estiver muito alto, o médico é avisado e toma providências, como mudar recomendações sobre a alimentação da criança. A tecnologia para tornar esse cuidado remoto uma realidade está sendo desenvolvida pela ONG Pró-Crianças e Jovens Diabéticos, que dá apoio a crianças pobres com  Diabetes tipo 1 em São Paulo e Minas Gerais. O projeto, chamado Zelous, é patrocinado por uma empresa de telefonia celular e tem a colaboração de profissionais da área médica e de tecnologia da Unicamp. O sistema de medicina à distância envolve também a criação de prontuários virtuais...

Em recente artigo publicado em agosto de 2010, na famosa revista médica “Diabetes Care” sob a referência - Effect of Internet Therapeutic Intervention on A1C Levels in Patients With Type 2 Diabetes Treated With Insulin.  

Diabetes Care August 2010 33:1738-1740; doi:10.2337/dc09-2256 - Os autores estudaram como um programa de monitorização baseado na Internet poderia beneficiar os portadores de diabetes tipo 2.  

O estudo envolveu 50 pacientes divididos randomicamente para receberem por 6 meses tratamento convencional apenas, ou com a ajuda do programa desenvolvido pelos autores, que consiste em fazer o “upload”, ou seja, mandar os dados dos monitores de glicemia para um web site seguro próprio da pesquisa, a cada 2 semanas, e receberam de volta a resposta dos seus endocrinologistas sobre as alterações que deveriam realizar. 

Foram coletados dados laboratoriais e Hb Glicada (A1c) no início do estudo e 3 meses e 6 meses após a intervenção. 

Os resultados foram surpreendentes....

Finesse é o nome deste novo dispositivo super simples de ser utilizado. Ele é produzido pela Calibra Medical, não apresenta nenhuma parte eletrônica o que faz seu uso mais fácil. O design é muito fino, e fica invisível na maioria das roupas. Para aplicar 1 unidade de insulina, é só clicar nos botões laterais, e pelo próprio tato e som, a pessoa sabe quantas unidades foi aplicada.

Para o quesito de segurança é necessário apertar conjuntamente os 2 botões de cada lado, com isso há mais certeza na quantidade aplicada.  Que fique claro que é um dispositivo para se utilizar apenas insulina em “bolus” e não insulinas de ação basal.

O reservatório é preenchido com uma seringa que vem junto, numa janela que fica no dorso do dispositivo onde se enxergam bolhas. Basta clicar nos botões várias vezes até retirá-las. O preenchimento utiliza em média 8 unidades de insulina;

Dependendo...

1) Novo monitor de Glicemia conecta-se ao Iphone

A SANOFI AVENTIS lançou no ultimo EASD – Congresso Europeu de diabetes, um novo monitor de glicemia, chamado de BG STARe iBG STAR.Trata-se de um monitor de glicemia comum, pequeno, que pode ser usado isoladamente ou conectado com o Iphone ou Ipod Touch da Apple.  Não necessita de codificação, simplificando seu uso, apresenta alertas de hiper e hipoglicemia.

O interessante é a junção aos dispositivos da Apple, onde um aplicativo comandará todos os gráficos relacionando as glicemias, metas, e todos os dados que são necessários para um bom controle da glicemia. O portador de diabetes com esse dispositivo poderá ir à consulta munido apenas de seu telefone e o medico será capaz de analisar os dados de glicemia nas telas do telefone,  e tomar a decisão terapêutica mais acertada para cada caso.

2) Novo aparelho agrupa maioria dos monitores de glicemia

DIASEND...

O mercado de livros digitais está em alta. A americana Amazon, líder do setor, anunciou que recentemente a venda de e-books tem superado a de livros comuns em capa dura. No total ainda se vende mais livro no formato impresso que em arquivos digitais, mas a criadora do Kindle acredita que isso deve mudar em breve.

Não confundamos com a venda de livros de papel pela internet, essa sim hoje absolutamente campeã, pois vendem muito mais que nas livrarias, apresentam mais descontos, e entregam em casa.

E em relação a saúde e mais especificamente na nossa área, o Diabetes? Será que esta tendência se repetirá? Médicos e outros profissionais da saúde irão aderir a essa realidade? Parece que sim! A SBD, pioneira em diversas ações na área tecnológica, agora também é uma editora, capaz de publicar livros na forma eletrônica. Não apenas livros próprios, mas também de autores externos.

A associação...

Eu sempre comento com meus pacientes que se não houvesse hipoglicemia, todos os portadores de diabetes seriam muito bem compensados. Sabemos de longa data que o maior desafio do controle intensivo do diabetes é a hipoglicemia.

Nos portadores de DM1 os sintomas são muito intensos, por vezes graves e consequências sérias. Nos DM2 estudos recentes mostraram aumento da mortalidade por hipoglicemia quando tentamos atingir um controle rígido da glicemia.

E o que está por trás disso?  Nosso salva-vidas é o Glucagon, hormônio produzido nas células alfa do pâncreas que é o maior responsável pelo aumento da glicemia quando esta fica baixa.

Muitos conhecem aquela caixinha laranja, já quase pronta para o uso em uma situação de emergência. Porém, o Glucagon fica na forma de um pó que deve ser diluído e aplicado no momento do uso, e em dose empírica, de meia a 1 ampola dependendo do caso.

Muitas vezes nos...

O termo “Pâncreas Artificial” é hoje usado para designar metodologia tecnológica capaz de infundir insulina via subcutâneo de acordo com níveis de glicemia (ou melhor, da medição da glicose no sub-cutâneo), medida através de sensores de glicose, já conhecidos por nós. A decisão da dose aplicada fica por conta de Computadores altamente alimentados por algoritmos que estão sendo desenvolvidos há muitos anos.

As bombas de insulina, seja as atualmente conhecidas ou as “patch-pumps” que serão a coqueluche de um futuro próximo (aguarde matéria sobre este assunto), já são uma realidade bem estabelecida. Cada vez mais sofisticadas e cheias de complexos sistemas que ainda necessitam do ser humano para quase todas as decisões terapêuticas, estes aparelhos tendem a ficar cada vez menores, mais discretos, mais funcionais e controlados a distância. Há uma enorme tendência (e eu já poderia dizer que uma quase realidade) de se acoplar a infusão de insulina ao...

Vários artigos são escritos acerca deste tema (Time, Wall Street Journal, Pediatrics), pois estamos em uma real epidemia de Obesidade, hipertensão e Diabetes e todas as consequências devastadoras advindas desses males.

Mais de 400 Milhões de adultos tem IMC > 30 kg/m2. Nos EUA 32% dos Homens e 26% das Mulheres estão obesos. No Brasil as estatísticas também não são diferentes. Segundo dados do Ministério da Saúde, cerca de 30% das crianças do país têm sobrepeso e metade delas é obesa. Cerca de 13% da população adulta é obesa.  Um grande estudo internacional lançado em fevereiro de 2011 mostrou que 10% dos adultos são obesos. Em 2008: 9,8% dos homens e 13,8% das mulheres eram obesos.

Me chamou a atenção um estudo publicado em Março de 2011 no Journal of Diabetes Science and Technology onde os autores discutem um software para smartphone que chamaram de ENGAGED (E-Networks Guiding Adherence to Goals...

Qual portador de diabetes, que faz testes de glicemias algumas vezes ao dia nunca levou ao seu médico as suas  anotações? Cadernetas, livretos, livrinhos fornecidos pelo médico (alguns sujos de sangue), papéis soltos, enfim qualquer maneira de levar as anotações ao seu médico.  Acredito que fazer o teste é realmente o mais importante, porém é preciso que estes testes sejam de fato analisados para que uma modificação tanto dos hábitos alimentares, quanto exercícios e principalmente das medicações seja atingida. Modificações estas que culminarão, se forem necessárias, com um melhor controle do diabetes e prevenção das complicações crônicas.

Mas pode ser um desafio enorme analisar dados de por exemplo, uma pessoa que faz 4 a 6 testes ao dia por 30 dias. Neste caso teremos 120 a 180 testes em diversos horários, e estabelecer padrões de alterações glicêmicas pode ser dificílimo quando olhamos as glicemias em papéis, soltos ou até mesmo...

Imagine uma insulina aplicada no subcutâneo como as atuais, porém que só funcione quando a glicemia estiver elevada, e pare de funcionar em caso de glicemias mais baixas. Será possível? Pois é, o desenvolvimento de novas tecnologias parece ser capaz de quase tudo. Estas são as chamas “SmartInsulins”, ou insulina inteligente.

Ainda em fase muito precoce de estudos, a SmartInsulin, é a junção das insulinas de ação lenta ou Ultra-rápidas com polímeros desenvolvidos especialmente para essa finalidade. Engenheiros da empresa SmartCells de Massachusetts (MIT) desenvolveram um polímero biodegradável com moléculas de ligação que se ligam à insulina e a prendem até o nível da glicose elevar-se até um certo patamar. Quando atinge este patamar o polímero libera insulina para corrente sanguínea. Este processo ocorre por causa de algo chamado de "ligação competitiva". Quando a glicose está baixa a insulina se liga ao polímero. Quando a glicose fica mais alta, a...

Sabemos que o controle do diabetes, tanto do Tipo 1 quanto do Tipo 2, de forma intensiva reduz drasticamente as complicações crônicas da doença. (Retinopatia, Nefropatia, Neuropatia e doenças cardiovasculares). Todos os diabéticos tipo 1 e muitos do Tipo 2 necessitam o uso de Insulinas para o controle mais adequado da doença. Uma insulinização mais fisiológica requer a reposição de insulina o mais parecido com a normalidade possível. Para tanto atualmente, lançamos mão da Insulinização do tipo Basal-Bolus. O Objetivo do artigo é discutir as Insulinas Basais existentes, suas características e pontos que podem ser melhorados, e apresentar as possibilidades futuras neste campo.

As Insulinas Basais que utilizamos atualmente são: NPH (utilizada em 3 aplicações), Glargina e Detemir.

A NPH, mais antiga, possui diversas características que dificultam sua utilização como insulina basal: Pico de ação de 6-8h, grande variabilidade intra-individual, tempo de ação mais curto, necessidade de múltiplas aplicações ao...

Já imaginou realizando o teste de glicemia capilar e o monitor “falando” o valor da glicemia? Pois é, isso já é uma realidade. Pessoas com deficiência visual parcial ou total, podem se beneficiar destes sistemas, que não apenas falam o valor da glicemia, mas também falam o passo a passo na hora de realizar o teste de glicemia capilar. Algumas empresas se especializaram neste assunto, e destacarei 2 delas na nossa coluna.

1 – Prodigy Auto-Code: A empresa Americana Prodigy, deidcada a produtos para Diabetes, possui 2 monitores com estas características. O “PRODIGY AUTO CODE” é um monitor semelhante aos existentes no Brasil, porém possui algumas características peculiares: Não necessita de codificação, o que facilita seu uso, pode ser utilizado em locais alternativos, faz o teste em 6 segundos e “fala” o valor da glicemia em 4 Idiomas – Inglês, Espanhol, Francês e Árabe. Ainda não é disponível no Brasil, apenas pode...

Barbara McClatchey foi uma das 3 ganhadoras do prêmio “Diabetes Mine 2010 Design Challenge”, desafio americano onde pessoas comuns ou mesmo profissionais concorrem com idéias para melhorar a vida dos portadores de diabetes. Dos vencedores, particularmente esta idéia eu achei a mais interessante e trago para a coluna, pois se um dia tornar-se real, será uma aquisição muito útil.  Sua idéia chama-se TEST DRIVE. Consiste em um aparelho que já vem com o carro ou caminhões (imaginem o impacto positivo em trabalhadores!), e que faz com que o carro somente ligue se a glicemia estiver dentro de parâmetros adequados. Por via wireless este aparelho comunica-se com um monitor de glicemia, que de acordo com o resultado irá permitir que o carro ligue. Se a pessoa estiver em hipoglicemia o aparelho solicita que o portador de diabetes tome alguma atitude e repita o teste em 10 minutos. Ou seja, torna-se obrigatório...

Você que é portador de Diabetes já imaginou ter em seu celular a possibilidade de ajudá-lo no controle da sua doença?  Já pensou que as alterações de glicemias podem chegar rapidamente a seu medico e ele te ajudar a modificar algo que resolva aquela questão momentânea? Pois é, agora isso já pode ser possível graças ao  aplicativo desenvolvido pelo médico  Reginaldo Albuquerque e o programador Thiago Neves. Eles tiveram a brilhante idéia de criar um aplicativo para plataforma Android (google) que vai ajudar os portadores de diabetes na difícil tarefa de controlar sua doença.

Sabemos que quase todos os diabéticos tipo 1 e muitos tipo 2 têm muitas oscilações glicêmicas durante o dia. Há uma ampla variabilidade na glicemia, principalmente devido a deficiência total de insulina nestes pacientes. Ocorre que para manter o bom controle é necesssário constantes testes de glicemia ao longo do dia, e nem sempre a pessoa...

Já há algum tempo vêm-se tentando desenvolver sensores de glicose não invasivos, já escrevemos colunas sobre o assunto no site da SBD. Várias formas de sensores estão em desenvolvimento, por exemplo, sensores via ph da respiração, sensores auriculares via wifi, relógios sensores, as tatuagens com nanopartículas e com leitores externos, sensores externos no abdômen como uma cinta, enfim, a luta para tentar eliminar as picadas nas pontas dos dedos é contínua e de longa data. 
 
Recentemente, saiu na imprensa leiga que a gigante Google está desenvolvendo lentes de contato sensores de glicose. A notícia diz que estes estudos já estão sendo realizados a algum tempo, mas não dão muitos detalhes sobre o produto. Precisão, acurácia, principalmente em situações de hipoglicemia, fator este que já fez alguns produtos pararem seu desenvolvimento (Glucowatch, por exemplo). Diz que o sensor dará uma medida a cada segundo, e nenhuma informação a mais. As...

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