Até a pouco, o conhecimento científico afirmava que, na quase totalidade dos casos de excesso de peso, não havia causa hormonal. As exceções seriam extremamente raras. A Síndrome de Cushing seria uma delas. Nela existe uma produção excessiva por parte da glândula adrenal do hormônio cortisol.

No Brasil, no entanto, existe entre os leigos uma crença de que em muitos casos o aumento de peso das pessoas deve-se à deficiência da tiróide. Este conceito está absolutamente errado. Baseou-se no fato de que no hipertiroidismo, quando a tiróide produz hormônios em excesso, o paciente perde peso.

Ora, se o aumento da função tiroideana causa perda ponderal, a sua deficiência acarretaria aumento. Nada mais falso.

No hipotiroidismo, a deficiência dos hormônios tiroideanos, definitivamente, não causa a obesidade.

Em alguns casos dessa doença, quando severa, pode haver um discreto aumento de peso à custa de edemas (inchação), mas não de gordura.

Pelo fato...

Esta vitamina nos últimos anos tem sido motivo discussão. Ao contrário das outras vitaminas, que têm como fonte única a ingesta de alimentos, ela tem a nossa pele como principal fornecedora. Sobre a ação dos raios solares neste órgão é que se inicia a sua síntese. Depois disso, pela corrente sanguínea ela atinge o fígado e em seguida os rins.

Sofre nessas duas passagens modificações químicas, para finalmente se tornar a forma ativa.

Esta substância, o calcitriol, age como um hormônio em vários órgãos. A contribuição dos alimentos para os seus níveis circulantes é apenas em torno dos 10%. São poucas as comidas que a contém, isto mesmo em pequenas quantidades: bacalhau, salmão, sardinha, cogumelos são algumas delas.

As clássicas áreas de atuação da vitamina D são no intestino e os rins, onde estimulam a absorção no cálcio e fósforo, e nos ossos. Assim, quando a sua quantidade é insuficiente...

Atualmente está em discussão, em nosso país, uma série de medidas propostas pelo Governo, estabelecendo regras mais rígidas para a publicidadede produtos que podem trazer malefícios à saúde da nossa população. Medicamentos, bebidas alcoólicas, alimentos muito calóricos e pouco nutritivos estão entre eles. E, como não poderia deixar de ser, considerando a importância desses produtos no mercado publicitário, o assunto tem sido alvo de acirrados debates.

O Ministério da Saúde, de um lado, as agências de publicidade e as empresas de comunicação do outro. Afinal, apenas como exemplo, as indústrias de cerveja são responsáveis por um dos maiores faturamentos desse setor. A publicidade de medicamentos vendidos sem receita medica é assunto de controvérsias em todo o mundo. O acesso a informações sobre medicamentos e a facilidade de sua aquisição, sem dúvida, podem, em alguns casos, trazer benefícios.

Alívio rápido para alguns problemas simples de saúde. No entanto, também existe a probabilidade de malefícios, como uso desnecessário...

A Medicina que tem até então sido pouco competente em tratar o excesso ponderal, mas é em descobrir os problemas de saúde, que ele acarreta. A Esteatose Hepática Não Alcoólica é mais uma. Definida como uma a quantidade de gordura no fígado aumentada em um paciente em que não exista outra causa, álcool por exemplo, para que isso viesse acontecer. Na grande maioria das vezes, isso ocorre em indivíduos com cifras ponderais aumentadas, decorrentes do excesso da gordura corporal. Excesso este localizado no tronco, principalmente no abdômen.

Este tipo de gordura abdominal gera, pela sua degradação um substância chamada ácido graxo livre que é normalmente captada pelo fígado por onde passa obrigatoriamente. Porém, quando a sua produção é excessiva, a capacidade de hepática  é ultrapassada. Resultados: os ácidos graxos livres, ganham a circulação corporal.

Os ácidos graxos livres na corrente circulatória, fazem surgir ao nível dos tecidos, resistência a ação...

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