A Sociedade Americana de Endocrinologia acaba de liberar as Diretrizes para o diagnóstico e tratamento da Obesidade Infantil. O documento anterior era de 2009. A obesidade infantil permanece sendo um problema muito importante na saúde dos americanos, pois 17 % das crianças e dos adolescentes estão obesas.

A boa nova é que a obesidade infantil ficou estável nos últimos anos. A má notícia é que aumentou o número de crianças com quadros graves de obesidade. A chamada obesidade extrema.

No blog www.educacaoparamilhares.com.br temos abordado o papel dos dispositivos móveis na educação à distância inclusive no impacto que vem causando no professor. Na verdade, as mudanças estão sendo muito vagarosas e mesmo em instituições de ponta a adoção da nova pedagogia digital enfrenta resistências.  Permanece o ensino centrado em textos escritos pelos especialistas do assunto. O conectivismo ainda passa longe e parece que assim continuará por longo tempo.

Na área de saúde é possível que estes dispositivos tenham um futuro melhor e que a sua adoção deva ser mais veloz, sobretudo pelo tamanho do mercado. Para 2020 projeta-se que estejam em uso 20 bilhões de dispositivos móveis.  O mercado em 2015 será de 125 bilhões de dólares e a só as aplicações em mhealth deverá movimentar de 30 a 60 bilhões de dólares.

A mobilidade e o conectivismo estão originando novos conceitos no futuro dos cuidados médicos e certamente estarão revolucionando...

Nos últimos números temos discutido neste espaço alguns assuntos que vão além de diabetes. É o que fazemos mais uma vez ao apresentar a proposta do Presidente americano para o sistema de saúde do seu país.

Nela, identificamos vários propostas ,que são situações que temos também no Brasil, como a da atuação dos planos de sáude. A matéria nos foi enviada pelo Dr. Alberto Ramos que tem especial interesse pelo assunto. (Nota do Editor)

Por que precisamos da reforma da saúde, por Barack Obama.

The New York Times
Barack Obama

Nosso país está envolvido no momento em um grande debate sobre o futuro do atendimento de saúde na América. E ao longo das últimas semanas, grande parte da atenção da mídia se concentrou nas vozes mais barulhentas.

O que não ouvimos fomos as vozes dos milhões e milhões de americanos que enfrentam silenciosamente todo dia um sistema que frequentemente funciona...

NOTA DO EDITOR DO SITE - UMA IMPORTANTE RESENHA SOBRE UM ASSUNTO RECENTE.

Nas últimas semanas vem ocorrendo uma discussão acalorada de uma possível relação entre o uso da insulina glargina e câncer. As Sociedades Científicas do mundo inteiro tem se pronunciado sobre o assunto pedindo, sobretudo, cautela a todos os usuários destas insulinas.

Como não poderia ser diferente, no Brasil, a SBD e a SBEM divulgam,  nos seus sites, notas oficiais.o. Além disso, vários especialistas fizeram os seus pronunciamentos. Aqui publicamos uma coletânea destes comentários procurando orientar aos diabéticos sobre o assunto (Reginaldo Albuquerque - editor do site).

Leiam também as notas oficiais das entidades nos seguintes links:

Nota da SBD - Dra. Marilia Brito Gomes 
Nota da SBEM - Dr. Saulo Cavalcanti

O ALVO, AGORA, SÃO AS INSULINAS
(OU, UM NOVO TERREMOTO) -  Dr. Alfredo Halpern


Eis que novas pesquisas populacionais (na verdade, 4 estudos retrospectivos) levam à suspeita de que o uso das insulinas (em...

Nesta edição do “Diabetes Hoje” apresentamos o dia a dia científico do Congresso Americano de Diabetes – ano 2009 -  e que está sendo realizado na cidade de New Orleans nos Estados Unidos.  O material está sendo obtido a partir das agências internacionais e pelos brasileiros presentes no evento

 Dia 5 – Sexta-feira
Título da sessão – Resultados do Estudo RECORD

 Foram apresentados os resultados do Rosiglitazone Evaluated for Cardiac Outcomes and Regulation of Glycemia in Diabetes (RECORD). Este estudo clínico encontrou que a thiazolidinediona, rosiglitazona, quando adicionada a outras drogas usadadas  em  monoterapia não aumentam o risco cardiovascular, tanto com relação à morbidade com a mortalidade. Há, no entanto, um aumento de risco de infarto do miocárdio,insuficiência cardíaca e fraturas, como já tinha sido relatado em outros estudos. 

A apresentação dos dados foi feita por  Philip  Home que examinou os desfechos de 4447 pacientes com diabetes do tipo 2, que usaram a...

No último número da coluna, o Dr.adipocytes Amélio Godoy-Matos relatou um dos seus estudos relacionados com as lipodistrofias e mostrou algumas alterações relacionadas com a proteína transportadora da vitamina A (RBP4), que seria mais uma das proteínas produzidas pelos adipócitos.

Para muitos, a endocrinologia nasceu com a descoberta de um hormônio gastrointestinal: a gastrina, que atuaria na produção do ácido clorídrico pelo estômago. 

Por muitas décadas, os endocrinologistas desviaram a sua atenção do trato digestivo e só nos últimos 40 anos voltaram os seus estudos para o tubo gastrointestinal, tido hoje como um importante órgão endócrino. 

De 1975 a 1979 houve uma explosão de descobertas de novos hormônios no sistema digestivo. Trabalhando no Hammersmith Hospital, no laboratório do Prof. Steve Bloom, tive a oportunidade de participar destes trabalhos que resultaram na descrição da neurotensina, do VIP, da bombesina, da colecistoquinina e do enteroglucagon, entre outros. Chegamos a publicar um trabalho relacionando os seus...

Em 2007 escrevíamos no prefácio do livro eletrônico “Diabetes na Prática Clínica” que havia uma grande esperança em quatro novas drogas para o tratamento do diabetes: a família das glitazonas, o rimonabanto, o grupo das incretinas e a insulina inalada.

O ano de 2008 mostrou que, exceto as incretinas, as demais traziam mais problemas do que benefícios. Algumas foram retiradas do mercado – caso do rimonabanto – outras passaram a usar, por exigência do FDA, tarjas pretas nas suas bulas com advertências que iam desde a possibilidade de fraturas até importantes problemas mentais. 

Um dos casos mais emblemáticos foi o da insulina inalada. Lançada com grande pompa e festas no mundo inteiro, foi retirada do mercado meses após o lançamento. O que deu errado, o quê aprendemos e qual futuro que agora se apresenta é o que pretendemos analisar neste artigo.

A resistência ao uso de insulina é o fato conhecido,  tanto dos  médicos como dos pacientes,...

Deu na Globo e você precisa saber, pois seu paciente já deve estar  perguntando, em razão de ter ouvido e visto a notícia, ou porque algum amigo, parente ou conhecido ligou para ele e contou que viu ou ouviu dizer a respeito. E você, de novo, não sabe de nada! Nós, médicos, trabalhamos o dia todo e raramente temos tempo de assistir TV, daí enfrentarmos esse problema!

A notícia diz respeito a um microchip que ajudará no controle do diabetes. A reportagem cita e mostra um microchip, que está sendo desenvolvido por cientistas da Universidade Federal de Itajubá, em Minas Gerais, que promete simplificar o tratamento da diabetes. Este microchip, segundo eles, será implantado na pele e monitorará a quantidade de insulina no corpo, auxiliando o paciente, assim, a controlar a doença.

A equipe de desenvolvimento, coordenada pelo professor Tales Pimenta, desenvolve os minúsculos sistemas, que vão armazenar informações importantes...

O ensaio da hemoglobina glicada (A1C) tem sido considerado o padrão-ouro na avaliação do controle glicêmico de pacientes com diabetes.

Constitui um preditor das complicações crônicas da moléstia, sendo que intervenções que acarretam redução ou normalização da A1C resultam em diminuição do risco de desenvolvimento de tais complicações, conforme demonstrado pelos estudosDiabetes Control and Complications Trial (DCCT) e United Kingdom Prospective Diabetes Study (UKPDS).

O seu uso prático tem sido extremamente difundido, tornando-se quase indispensável na prática clínica. É um marcador do bom ou mau controle do diabetes e, de maneira geral, reflete os níveis glicêmicos dos últimos três meses.

Esta edição do Jornal Brasileiro de Patologia e Medicina Laboratorial (JBPML) apresenta um artigo de revisão sobre a importância da determinação da A1C no monitoramento das complicações crônicas do diabetes. Em apresentação bastante didática, o artigo de Andriolo e Sumita tece considerações sobre a importância da A1C no controle do diabetes, da padronização dos diferentes...

Esta linha de pesquisa vem ganhando muita importância e vários estudos clínicos estão sendo feitos em todo o mundo. Aqui no Brasil, um dos principais centros que as estudam é o coordenado pelo Dr. Edgard Niclewiz, que há mais de 15 anos já tinha demonstrado que a ciclosporina podia reverter o quadro de agressão sobre as células betas de pacientes recém-diagnosticados com diabetes do tipo 1.

Este diálogo Mauro Scharf x Eduardo Couri, que reproduzimos com exclusividade para a coluna "Diabetes Hoje", mostra a atual situação destas linhas de investigação. Convidamos a todos a participarem e contribuírem para o debate sobre o assunto. 

O que diz Mauro Scharf - Endocrinologista Pediátrico, em Curitiba, e participante do próximo Simpósio da SBD, em Curitiba. Consultor do Laboratório DASA

Existem alguns estudos que estou acompanhando à distância e que tenho profundo interesse. Caso você veja algo, please update me... 

São eles:

MMF/DZB - Type 1 diabetes TrialNet. 
Rituximab - TrialNet ....

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