O JCEM (Journal of Clinical Endocrinology & Metabolism) publicou no seu último número um artigo de revisão da Dra.Polly Bingley, do departamento de ciência clínica da Universidade de Bristol, que analisa o significado prognóstico dos auto-anticorpos e considera a utilidade dos testes na prática clínica diária.

Foram analisados artigos de consenso ou artigos chaves publicados até maio de 2009, que analisaram o uso dos auto-anticorpos na predição do diabetes, na classificação do diabetes e as implicações desses testes do tratamento do diabetes.

No início do DM 1 quase todos os pacientes possuem algum auto-anticorpo. Se quatro marcadores são medidos, GADA, IA-2A, IAA e ICA ou ZnT8A somente 2-4% dos pacientes são de auto-anticorpos negativos, menos de 10% têm apenas um marcador, e cerca de 70% têm três ou quatro marcadores.

1- O uso dos auto-anticorpos na predição da doença - Estudos em parentes de pacientes diabéticos tipo 1 mostram que o aparecimento dos...

O jornal Lancet publicou um artigo que tenta clarear os resultados conflitantes sobre o risco de desenvolvimento de diabetes mellitus, observado em ensaios clínicos que utilizaram essa classe de medicamento. 
 
Na tentativa de se estabelecer uma relação entre o uso de estatina e desenvolvimento do diabetes os autores realizaram uma meta-análise envolvendo estudos randomisados, controlados publicados e não publicados no Medline, Cochrane e Embase entre  1994 e 2009. 
O artigo é um trabalho dos professores Naveed Satar e David Preiss, da Glasgow Cardiovascular Research Centre, University of Glasgow, Reino Unido.

Para que um estudo fosse incluído, deveria ter mais de 1.000 pacientes, e duração de pelo menos um ano. Foram excluídos os ensaios de pacientes com transplantes de órgãos ou que necessitavam de hemodiálise.

Foram avaliados 13 estudos com um N total de 91.140 participantes, dos quais 4.278  desenvolveram diabetes após uma média de 4 anos. 2226 usavam estatina e...

Nas últimas duas décadas, a idade média do início da gravidez aumentou entre 2-3 anos, ou seja, a cada década a gestação se inicia entre 12 e 18 meses mais tarde do que na década passada.

Muita investigação tem sido feita no sentido de tentar saber quais as conseqüências desse fato na saúde da mãe e do bebê. Evidentemente, as pesquisas não deixariam de fora o diabetes, a investigação sobre o eventual papel da idade materna na incidência do diabetes tipo 1, começou com uma análise casuística nos anos 60 (1).

Em particular, os estudos mostraram associações entre idade materna e complicações na gravidez, incluindo parto prematuro e bebês com baixo peso ao nascer, e várias doenças na infância como asma, leucemia, e tumores do sistema nervoso central. Porém os estudos que relacionavam gravidez em mulheres mais velhas a incidência de DM1, tinham resultados muitas vezes contraditórios.

A metanálise e...

Imagine a cena. Você vai ao médico porque tem um problema de saúde chamado cirrose com hipertensão portal e sai do consultório com uma receita prescrevendo pra você chocolate amargo (Dark Chocolate).

Sonho? Brincadeira de bom gosto? Segundo uma pesquisa apresentada na Liver International CongressTM 2010, a Reunião Anual da Associação Européia para o Estudo do Fígado em Viena – Áustria, isso pode estar mais perto da realidade do que parece.

Segundo a pesquisa espanhola, comer chocolate amargo reduz os danos aos vasos sanguíneos de pacientes com cirrose hepática e também reduz a pressão arterial no fígado. O chocolate escuro contém poderosos anti-oxidantes que reduzem a pressão sanguínea pós-prandial (após refeição) no fígado (ou hipertensão portal) associado com os vasos sanguíneos danificados do fígado (disfunção endotelial).

Os dados também mostraram que comer chocolate pode exercer efeitos benéficos adicionais em todo o corpo. Já o chocolate branco, que não contém benéfico...

Um recente estudo publicado na revista Diabetes Care mostrou que o sono é um dos fatores fisiológicos que influenciam na regulação da glicose no diabetes tipo 1. O estudo foi conduzido pela Dra Esther Donga, da Universidade de Leiden na Holanda.

Para chegar a essa conclusão, Dra Donga selecionou 7 pacientes com diabetes tipo 1. Eles tinham os seguintes dados demográficos médios:

IMC - 23,5 Kg/m2                    Idade – 44 anos

Tempo de diabetes – 23 anos   A1c – 7,6%

Ela estudou os pacientes em dois momentos. Após uma boa noite de sono e após uma noite mal dormida, somente 4 horas de sono. Todas as análises eram feitas após uma noite dormida na clínica. Todos usavam bomba de infusão de insulina, com metas glicêmicas semelhantes. Após cada noite do estudo, os pesquisadores realizaram um exame de clamp euglicêmico hiperinsulinêmico.

Os dados publicados mostram que a privação do sono não afeta a...

Baixas doses de rosiglitazona associada à metformina podem prevenir a progressão do pré diabetes para diabetes.


Um estudo canadense controlado, randomizado, duplo cego, liderado pelo Dr. Bernard Zinman, e publicado online hoje (02/06/10) no conceituado Jornal Lancet traz excelentes notícias sobre a prevenção do diabetes tipo 2.

O estudo

207 pacientes com pré-diabetes (intolerância a glicose) foram avaliados em diversos centros do Canadá. Eles foram randomicamente divididos em dois grupos. O primeiro grupo receberia placebo (104 pacientes), o segundo baixas doses de rosiglitazona (2mg) e metformina (500mg) (103 pacientes). Nem o médico, nem o paciente sabiam qual remédio estava sendo usado (duplo-cego). O estudo foi registrado no Clinical Trials.

Todos os pacientes foram submetidos à intervenção de mudança de estilo de vida com foco no emagrecimento e atividade física.

O desfecho primário do trabalho era saber quantos pacientes com pré-diabetes evoluiriam para o diabetes. Para isso era necessário pelo menos...

Todas as vezes que aumentamos o consumo de nutrientes ricos em glicose, isso desencadeia uma série de reações enzimáticas em nosso organismo.
Por outros mecanismos não enzimáticos, o aumento da glicose promove a glicação da hemoglobina A, presente nas nossas hemácias e assim temos o teste da hemoglobina glicada, que nos dá uma média da glicose nos últimos 3 meses.
 
Isso porém nos mostra sempre uma fotografia tirada do passado, onde podemos atuar somente de forma reativa.

Cientistas do Johns Hopkins, um hospital universitário em Baltimore, Maryland, Estados Unidos vem pesquisando há algum tempo uma substância chamada O-GlcNAc, (pronuncia-se - oh-GLICK-nack). Essa substância de difícil dosagem aumenta em resposta a ingesta de nutrientes ricos em carboidratos e ao stress.
A equipe do Johns Hopkins sabia que a pequena molécula está elevada nas hemácias de pacientes com diabetes mas a grande questão era saber se a elevação aconteceu nos primeiros estágios da...

Em 2008, um grupo de especialistas em diabetes publicou um excelente artigo1, mostrando que a hemoglobina glicada (A1c). Um exame que reflete a média da glicose sanguínea nos três últimos meses pode gerar através da conta matemática, [(28.7 X A1C)-46.7] um índice denominado Média Glicêmica Estimada - que deveria ser impresso juntamente com o resultado da A1c, refletindo assim a média da glicose de forma mais inteligível para médicos e principalmente pacientes.

Um resultado de hemoglobina glicada de 7% corresponderia a uma glicose média de 154,2 mg/dl e assim por diante. Porém, alguns trabalhos tem mostrado que outros fatores além da glicose podem influenciar nos resultado da hemoglobina glicada, fazendo com que a média glicêmica estimada também não reflita de forma fidedigna o controle glicêmico.

Em um recente web meeting promovido pela Sociedade de Endocrinologia e Metabologia, falando sobre as novidades do último Congresso Americano de Diabetes, o Dr. Rodrigo Moreira...

Quem conhece a história da cirurgia bariátrica sabe que o título desse artigo é uma homenagem ao Dr. Walter Pories que em 1995 publica na revista Annals of Surgery, um artigo intitulado - Who would have thought it? An operation proves to be the most effective therapy for adult-onset diabetes mellitus, mostrando pioneiramente que 165 pacientes obesos mórbidos com diabetes tipo 2  foram submetidos à cirurgia bariátrica, com 83% de remissão do diabetes após 14 anos de seguimento.

Desta feita, Dr. Peter Janetta, um renomado neurocirurgião do Hospital Geral de Allegheny, conduziu um pequeno estudo sugerindo que um procedimento realizado no cérebro de pacientes com diabetes tipo 2 pode determinar uma melhora no controle glicêmico.

Dr. Janetta é conhecido por seu trabalho no desenvolvimento de um procedimento cirúrgico chamado descompressão microvascular, que é usado para doenças como vertigem e torcicolo espasmódico, uma desordem de movimento. Na cirurgia, é realizada uma descompressão...

O diabetes é a maior causa de mortalidade cardiovascular do mundo. Isso, por si só, já justifica o empenho de milhares de cientistas ao redor do mundo que tentam todos os dias encontrar algum tratamento, substância, alimento, cirurgia ou procedimento que possa de alguma forma auxiliar no controle do metabolismo da glicose.

Essa busca é hoje direcionada para órgãos outros que não o pâncreas.

Remédios para aumentar a excreção de glicose pelo rim e outro que diminui a produção de glicose pelo fígado são alguns exemplos, porém, sem dúvida alguma, o grande foco das pesquisas está voltado para o intestino.

No último congresso europeu de diabetes esse tema ficou ainda mais em evidência.

O Prêmio Oskar Minkowski que homenageou a Dra Fiona Gribble, da Universidade de Cambridge na Inglaterra, teve como tema “Mecanismos moleculares envolvidos na secreção das incretinas”.

Os estudos dela estão centrados nos fatores que estimulam a porção...

O diabetes tipo 2 é uma doença progressiva. De forma prática, isso se traduz no fato do paciente conseguir controlar sua glicemia com dieta e atividade física no início, começar com um comprimido após um tempo, aumentar para duas ou três pílulas diferentes, e após 9 anos de diagnóstico, em média, 50% dos diabéticos tipos 2 necessitarão insulina.

Existe algum tipo de terapia que poderia prevenir esse caminho, colocado até agora de forma inexorável?

Dr. Ralph DeFronzo, em palestra realizada em São Paulo essa semana deu uma opinião enfática sobre esse assunto.

Dr. DeFronzo foi agraciado com o prêmio de destaque internacional pela American diabetes association (EUA) e pela European association for the study of diabetes (Europa). Desenvolvedor da metodologia do clamp, Dr. DeFronzo é um dos maiores estudiosos da resistência insulínica e função da célula beta. Em 2008, na palestra do prêmio ganho nos EUA (Banting Lecture) ele lançou...

O uso de metanálises tem sido cada vez mais freqüente para se obter um melhor entendimento sobre a relação glicose-diabetes-risco cardiovascular. Apesar de receber algumas críticas, o conceito de que o diabetes é um fator independente de risco cardiovascular ainda é vigente. Entretanto é a associação entre o nível glicêmico e doença cardiovascular em não diabéticos que vem recebendo atenção especial da ciência nos últimos anos.

O estudo prospectivo de Reykjavik, conduzido pelo Dr. Sarwar, analisou dados de pacientes por 24 anos seguidos e encontrou um dado interessante. Para cada 18mg/dl de aumento na glicose pós prandial, existe 3% de chance a mais de desenvolver um evento coronariano. Nesse e em outros estudos a relação entre glicose de jejum normal e evento cardiovascular foi fraca.

Sarwar concluiu no seu estudo que a cada aumento de 1 ponto na A1c, a chance de apresentar um evento coronariano aumenta em 20%.  Em...

O último número do jornal Diabetes Care traz um interessante artigo que estuda a relação entre o nível de hormônio tiroideano, a hemoglobina glicada (A1c) e a albumina glicada (AG). A A1c tem sido amplamente utilizada para se avaliar a média do controle glicêmico nos últimos três meses. Já a albumina glicada tem sido testada para se avaliar a média glicêmica de curto prazo. Todos esses marcadores de média glicêmica estão sujeitos a interferências.

No caso específico, toda doença que interfere no metabolismo da hemoglobina alterará a glicação da hemoglobina e consequentemente os valores de A1c. O mesmo ocorre para as doenças que alteram o metabolismo protéico e a albumina. A hipótese levantada no estudo era a de que os valores de A1c ou de AG não refletem a média glicêmica com acurácia na vigência do hipotireoidismo.

Para esse estudo os autores selecionaram 45 pacientes com diabetes e câncer de...

Novas pesquisas em animais realizadas na Universidade do Texas, sob a supervisão do Dr. Unger mostraram que a eliminação da ação de um hormônio específico, pode normalizar a glicemia no diabetes tipo 1.

Os resultados obtidos em ratos mostram que mesmo na ausência de insulina, quando se suprime o efeito do Glucagon, ocorre normalidade glicêmica.

O Glucagon é um hormônio produzido pelas células alfa do pâncreas, e literalmente é o que nos mantém vivos durante o longo período de jejum da noite, impedindo que os níveis de glicose fiquem muito baixos no sangue. Ele estimula o fígado a produzir glicose.

Dr. Roger Unger, vem há décadas estudando o Glucagon, é dele a afirmação de que o diabetes é uma doença bi-hormonal, envolvendo insulina e Glucagon. A grande quebra de paradigma desse estudo atual é resumida aqui na frase do próprio Dr. Unger: - "O pensamento vigente é de que a insulina...

Um simples exame de sangue pode ser capaz de detectar diabetes até 10 anos antes dos primeiros sintomas da doença ocorrer.

Pesquisadores de Harvard liderados pelo Dr. Robert Gerszten, descobriram que a relação entre a dosagem de cinco aminoácidos sanguíneos poderia identificar corretamente as pessoas que iriam desenvolver diabetes tipo 2.

Entre 2.422 indivíduos normoglicêmicos seguido por 12 anos, 201 desenvolveram diabetes.  Nesses a quantidade desses aminoácidos estava mais alta que na população que não desenvolveu DM2, conferindo uma chance cinco vezes maior de devolver a doença dentro de 12 anos.

A detecção precoce é fundamental porque pode ajudar a prevenir complicações como a cegueira, doenças cardíacas, derrame, insuficiência renal e amputação.

No entanto, os pesquisadores dizem que mais estudos são necessários antes que o teste pode ser recomendado para uso geral.

Esse estudo foi publicado na revista Nature e usou uma técnica conhecida como metaboloma, que é definido como...

A mortalidade cardiovascular é a principal causa de mortalidade no paciente com diabetes. Uma característica interessante e já bem estabelecida da doença cardiovascular é que são necessários vários fatores de risco atuando em conjunto para que ela aconteça. Da mesma forma, o tratamento mais adequado é aquele que engloba mais amplamente o máximo desses fatores.

Uma excelente notícia é que a quantidade de pessoas que fuma vem diminuindo, assim como o nível de colesterol sanguíneo, que tem sido tratado mais adequadamente pelos médicos. A hipertensão é o único membro dessa lista tríplice que vem diminuindo a passos mais lentos. Cigarro, Colesterol e Hipertensão são sem dúvida os três principais fatores de risco para a doença cardiovascular.

O NHANES - National Health and Nutrition Examination Survey – é uma ampla amostragem feita nos Estados Unidos Bi-anualmente e que traz dados interessantíssimos. A revista Diabetes Care trouxe uma análise feita pelo Dr. Earl...

Um tipo de seringa que utiliza a pressão em vez de uma agulha para penetrar na epiderme. Esse é o já famoso Jet Injector, que achei melhor não tentar traduzir. O protótipo original, conhecida como a arma da paz, foi inventado em 1940 pelo Dr. Robert Andrew Hingson. Eles são usados principalmente por diabéticos para injetar a insulina como uma alternativa para seringas de agulha, embora eles ainda não sejam muito comuns.

Injetores de insulina liberam um fino spray de insulina através da pele por um mecanismo de alta pressão, dispensando o uso da agulha. Enquanto isto pode parecer indolor, não é. O conselho é não comprar antes de experimentar. Desvantagens de injetores incluem:

• Hematomas nos locais de aplicação 
• A maioria das pessoas relatam mais dor do que com aplicadores tradicionais
• É demorado para preparar e limpar o injetor (alguns modelos mais recentes têm câmaras de injeção descartáveis, mas...

Pacientes com diabetes tem um risco de desenvolver doença cardiovascular que aumenta ao longo do tempo, igualando o risco de quem já teve doença coronariana após 5 a 10 anos de doença.

As complicações da aterosclerose usualmente aparecem na vida adulta, porém crianças com fatores de risco para a doença coronariana podem apresentar precocemente lesões no endotélio que as colocam em risco aumentado e progressivo para essas complicações.

Os grandes estudos de tratamento intensivo, como o STENO-2, tem mostrado que mais do que o controle glicêmico, os níveis de pressão arterial, colesterol e o tabagismo são os principais itens  que colaboram com, e aceleram a doença cardíaca coronariana.

A prevalência de hipertensão arterial entre adolescentes (12-19anos) é muito maior do que se imagina. Na população adolescente geral gira em torno de 8%, nos adolescentes com diabetes tipo 2 é maior que 70% e nos adolescentes com diabetes tipo 1 é...

Antes de começar, deixo para você leitor, decidir se esse texto é uma brincadeira recheada de verdades ou uma verdade recheada de brincadeiras.

Nos últimos anos a endocrinologia mundial tem sido defrontada com um problema. Muitas drogas surgem cheias de promessas e são retiradas do mercado quase na mesma velocidade.

Remédios promissores foram retirados após a constatação de efeitos colaterais graves como aumento de infarto do miocárdio, suicídio, câncer, etc...

O problema pode ser olhado sempre de dois lados. Uns podem dizer que houve falta de critério na inserção das drogas no mercado, e outros que na verdade, hoje temos uma massa crítica maior de cientistas que investigam os efeitos de forma mais séria e descobrimos mais problemas, e nessa segunda linha se questiona o fato de que, se submetéssemos as drogas antigas ao mesmo crivo rigoroso atual, qual delas sobreviveria além da metformina?

O fato é que a cada...

A endocrinologia é realmente uma especialidade maravilhosa. O óbvio não impera e os conceitos se acumulam e se transformam em uma velocidade espantosa. O que parecia óbvio e fácil de ser provado cai por terra ao se abrirem os resultados dos estudos. Controle estrito do diabetes = menos mortalidade cardiovascular(CV). Mais ou menos! Depende do referencial adotado.

Estivesse vivo e talvez Einstein se empolgaria com a Endocrinologia. Tudo é relativo, pois como explica sua teoria mais famosa, dois referenciais diferentes oferecem visões perfeitamente plausíveis, ainda que diferentes, de um mesmo efeito.

O Look AHEAD foi positivo e negativo ao mesmo tempo. Qualquer investigação científica séria é positiva em sua origem, mesmo que os resultados não sejam tão animadores. Mas é frustrante observar que uma perda de peso importante e sustentada é difícil de se obter sem medicação. Mesmo se atingindo uma perda de 5% do peso corporal, considerada por muitos...

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