Ainda falando em atividade física, em outro simpósio, dessa vez patrocinado pelo laboratório Roche, tivemos a oportunidade de presenciar um relato de um campeão olímpico de remo, com diabetes tipo 1, que conseguiu três medalhes de ouro, usando um esquema de múltiplas doses de insulina.

Uma apresentação que tocou o coração da platéia, foi a do Dr. Stuart Bootle, médico generalista, inglês, que colocou em "branco e preto" a vida de quem tem diabetes, com um humor pouco inglês, falando das suas dificuldades de vida e conquista possibilitados, segundo ele, pelo acesso as tecnologias, que na sua visão avançou quase tanto quanto a tecnologia dos telefones celulares.

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Na sessão, patrocinada pela empresa Medtronic, um dos seus engenheiros mais importantes, Mastrototaro, mostrou a procura de busca de recursos, caminhos que viabilizem o uso das novas tecnologias de utilização mais fácil, no dia a dia das pessoas com diabetes. Ele relatou a pesquisa e desenvolvimento desses softwares e aparelhos médicos, que serviriam para estes propósitos, tais como:

  • Uso de telefone celular para download automático das glicemias do sensor, com alertas de hipoglicemia e também para disparar torpedos para familiares, no caso de hipoglicemia. 
     
  • Babás eletrônicas com alerta no quarto dos pais, com o filho usando sensores de tempo real e tecnologia de Bluetooth para enviar medidas de glicemia para o painel do carro.

Um dos novos passos para chegar ao sistemas de alca fechada (pâncreas eletrônico) foi apresentado no simpósio. Uma nova geração de bombas acopladas ao sensor, a X54, apresenta como diferencial, a capacidade de suspender automaticamente a...

Já o temido FDA (Food and Drug Administation) considera que os equipamentos eletrônicos para tratamento do diabetes, como bomba e sensores de tempo real, são importantes ferramentas para os cuidados da população com diabetes.

Entretanto, eles alertam que devemos estar preparados para a falha deste tipo de tecnologia. Durante o debate, foi colocado em discussão que quanto mais sofisticados forem os aparelhos maiores as chances de erros. Por causa disso, deveria haver indicadores que alertem o usuário antes que ele fracasse de que isto vai acontecer.

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Ouça o balanço sobre o evento, onde o Dr. Walter Minicucci  (foto) faz uma análise sobre a participação de diversos países pobres e ricos. Mas e os brasileiros? Onde estão os cientistas? O especialista, membro do conselho científico da SBD, comenta e não entende a ausência de pesquisadores brasileiros, de universidades, e de centros específicos. 

Os comentários foram feitos durante Segunda Conferência Internacional em Avanços e Tecnologia no Tratamento de Diabetes (Advanced Technologies & Treatments for Diabetes - ATTD). Veja o relato do quarto e último dia do evento.

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O Dr. Walter Minicucci, membro do conselho científico da SBD, e a Dra. Denise dos Reis Franco estiveram na Grécia, onde participaram da Segunda Conferência Internacional em Avanços e Tecnologia no Tratamento de Diabetes (Advanced Technologies & Treatments for Diabetes - ATTD).

Veja o relato do segundo dia do evento, onde ele falam que não é uma particularidade brasileira as dificuldades em divulgar pesquisas científicas. O especialista comentar sobre os problemas atravessados por pesquisadores.

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O Dr. Walter Minicucci, membro do conselho científico da SBD, esteve na Grécia, onde participou da Segunda Conferência Internacional em Avanços e Tecnologia no Tratamento de Diabetes (Advanced Technologies & Treatments for Diabetes - ATTD). Colaborou na cobertura do evento a endocrinologista, Dra. Denise dos Reis Franco. Foram mais de 800 participantes, representando 68 países.

Nesse encontro sobre avanço em tecnologias e tratamento para diabetes, como não poderia deixar de ser grande parte das discussões foram sobre bombas de infusão de insulina, sensores de glicose, melhores técnicas para conseguir controle metabólico, nos pacientes com DM1 e também naqueles com DM2 que não requerem tanta tecnologia, mas onde aderência tanto dietética quanto nutricional e requerida.

Veja o relato com os objetivos do evento e a importância dos debates realizados no evento, que foi promovido pela Kenes International.

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Boas-novas vindas dos Estados Unidos, em abril deste ano.

O FDA (Food and Drug Admnistration), orgão do governo americano encarregado de controlar e legislar sobre a aprovação de medicamentos e aparelhos médicos, aprovou um sistema integrado de bomba de infusão de insulina e sensor contínuo de glicose (CGM), para o manejo do diabetes de tipo 1 e 2 e denominado MiniMed Paradigm REAL-Time. Fabricado pela Medtronic Inc.

Este sistema é composto do sensor de glicose em tempo real, chamado REAL-Time CGM system e de uma bomba de infusão de insulina, denominada MiniMed Paradigm. Trata-se de sistema semelhante ao já existente no Brasil para uso por médicos, clínicas ou laboratórios, conhecido por “Holter” de glicose ou CGMS, mas que não se comunicam diretamente.

Nos dois casos é usado um sensor de glicose descartável, inserido no subcutâneo, na região do abdômen, e que mede os níveis de glicose intersticial, continuadamente, durante 3 dias, perfazendo 288 medidas de...

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