A situação do controle glicêmico no Brasil é desastrosa e altamente preocupante: 90% dos diabéticos tipo 1 e 73% dos diabéticos tipo 2 estão com o diabetes fora de controle. Uma das principais causas dessa situação é a falta de uma prática adequada de automonitorização da glicemia, o que retarda o diagnóstico do descontrole e não permite ao médico tomar decisões terapêuticas mais eficazes, exatamente pela falta de conhecimento do estado do controle glicêmico de seus pacientes.

A cafeína é sem dúvida o estimulante mais consumido no mundo. O café, além de melhorar o estado de alerta e certos parâmetros cognitivos, está associado a uma menor incidência de diabetes mellitus tipo 2. Vamos entender como isso funciona e como podemos nos beneficiar deste potencial preventivo.

Em meados de maio de 2015, a FDA, agência regulatória de medicamentos dos Estados Unidos, emitiu um alerta de que os medicamentos para tratar diabetes pertencentes a classe conhecida como inibidores do SGLT2, ou gliflozinas, podem ser causa de cetoacidose diabética, uma complicação grave com necessidade de hospitalização. O alerta incluiu os inibidores de SGLT2 canagliflozina (Invokana®), dapagliflozina (Forxiga®) e empagliflozina (Jardiance®), todos já disponíveis no mercado brasileiro.

O que é lipo-hipertrofia?

A lipo-hipertrofia é um acúmulo anormal de gordura sob a superfície da pele. É mais comumente observada em pessoas que recebem múltiplas injeções diárias de insulina, o que pode causar o aparecimento de “caroços” no subcutâneo, geralmente ocorrendo no abdómen ou nas coxas, dependendo de onde as aplicações de insulina ocorrem com maior frequência. Essas alterações apresentam tamanhos e volumes variáveis, desde nódulos de alguns milímetros até vários centímetros de diâmetro.