Olhos, coração, cérebro e rins são alguns dos prejudicados quando há excesso de açúcar circulando no corpo

O diabete é um problema bem prevalente entre a nossa população. Para ter ideia, um a cada 15 brasileiros tem a doença. Só que muita gente não imagina o quão perigosa ela é. Para chamar a atenção a respeito das complicações decorrentes do excesso de açúcar no sangue, a Sociedade Brasileira de Diabetes lançou a campanha “Diabetes sem complicações”, apoiada pela Boehringer Ingelheim e pela Lilly.

A atriz Flávia Alessandra e seu marido, o apresentador Otaviano Costa, juntaram-se à causa e gravaram um vídeo para reforçar os riscos associados à doença e contar como evitá-los. Confira o vídeo em nossa fanpage.

Fonte

http://mdemulher.abril.com.br/saude/saude-e-vital/sociedade-brasileira-de-diabetes-alerta-para-os-riscos-da-doenca

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Em vídeo, o casal alerta para os principais riscos associados ao problema nem sempre lembrados pelos próprios pacientes

Flávia Alessandra e Otaviano Costa são os protagonistas da campanha de conscientizaçãoDiabetes sem Complicações, lançada pela Sociedade Brasileira de Diabetes (SBD).

A campanha faz um alerta sobre as complicações mais comuns da doença e pouco conhecidas pelo público, por exemplo: doenças cardíacas e as renais.

A ideia do vídeo é chamar a atenção da população para o problema e levá-la a tirar as dúvidas com o seu médico.

Confira o vídeo em nossa fanpage.

Fonte

http://caras.uol.com.br/bem-estar/otaviano-costa-e-flavia-alessandra-apoiam-campanha-em-prol-da-conscientizacao-da-diabetes#.V9g7k_krLIX

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Já se sabia que a diabetes tipo 2 avança sem dar sintomas. O que se descobre agora é que, por isso, quase a metade dos pacientes nem sabe que tem a doença

Como é possível vencer uma guerra quando não se sabe sequer que há uma em andamento? É impossível. Nessa circunstância, a derrota é certa. Pois é exatamente isso o que está acontecendo em relação ao combate da diabetes tipo 2, doença associada à obesidade e ao sedentarismo. De acordo com a Sociedade Brasileira de Diabetes, 46,3% das pessoas que apresentam a doença não sabem que são portadoras. Ou seja, praticamente a metade dos pacientes simplesmente desconhece sua condição.

O índice é uma bomba em termos de saúde individual e pública. Primeiro porque, combinada a outros fatores – obesidade e hipertensão, por exemplo – a diabetes tipo 2 eleva o risco para infarto e o acidente vascular, as principais...

Uma nova pesquisa do Ibope, divulgada aqui em primeira mão pelo Cadê a Cura?, mostra que 18% dos diabéticos não sabem o tipo que têm. No total, são 13 milhões de afetados no país.

São dois os principais tipos. O tipo 1, também conhecido como juvenil, é aquele diabetes em que a produção de insulina está prejudicada pela morte das células do pâncreas que a sintetizam.

O segundo é aquele no qual a resposta do organismo à insulina vai perdendo eficácia. O hormônio é responsável por fazer as células captarem o açúcar do sangue (é hipoglicemiante). É necessário um fino ajuste no nível de glicose para que o organismo possa, ao mesmo tempo, armazenar essa fonte de energia e não sofra com seus excessos –como dano em nervos, impotência e aumento de chance de acidentes vasculares como infarto e AVC.

Uma explicação possível para esse alto nível de 18% de desconhecimento seria...

Pesquisadores da Escola de Medicina Icahn, do Hospital Monte Sinai, em Nova York, apontam que o diabetes tipo 2 (DT2) não é uma doença única, que se desenvolve de maneira igual nos pacientes. Na realidade, as manifestações da enfermidade dependem de características genéticas e fenotípicas, que também podem favorecer o aparecimento de males como câncer e doenças cardiovasculares. A partir disso, os autores propõem, em artigo na revista especializada Science Translational Medicine, que o DT2 seja dividido em três subtipos, o que pode ajudar no desenvolvimento de terapias personalizadas para o problema.

Os resultados são fruto da primeira demonstração de como a medicina de precisão e o processamento de big data (como é chamada a análise de um grande número de dados) podem ser aplicados para desvendar relações clínicas entre pacientes. “É como uma rede social em que as pessoas são conectadas porque compartilham os mesmos amigos ou têm interesse...

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