Endocrinologista alerta para a necessidade de cuidar do local onde se faz as refeições e também a forma como se ingere os alimentos. “Tanto o ambiente como a forma como as pessoas se alimentam influenciam no aparecimento de doenças”. Que comer rápido demais faz mal à saúde, todos sabemos. Mas um estudo realizado pela Universidade de Ciências da Lituânia Saúde revelou que fazer as refeições com pressa não só possibilita ganhar peso com facilidade como também aumentar as chances de desenvolver diabetes. O estudo acompanhou 702 pessoas, que ao preencher um questionário detalhado sobre seus estilos de vida falavam sobre hábitos de dieta, exercícios e se fumavam. Uma das perguntas era a forma como faziam suas refeições diárias – se comiam mais rápido ou lentamente. Estes participantes foram pesados e medidos para calcular o índice de massa corporal e determinar se eram obesos. Ao longo da pesquisa, foi descoberto que...

No Brasil, cerca de sete milhões de pessoas, acima de 18 anos, têm a doença. Um estudo recente da Sociedade Brasileira de Diabetes, aponta que mais de 60% deles não sabem que têm a doença. Disfunção metabólica crônica decorrente de uma deficiência de insulina - hormônio produzido pelo pâncreas - que pode ser causada por fatores genéticos ou em decorrência de maus hábitos de vida como sedentarismo e uma dieta desequilibrada, recheada, principalmente de açúcar.

O problema pode trazer perda ou aumento de peso, é fator de risco para problemas cardiovasculares e, nos casos mais graves, provocar falência de órgãos (rins, olhos) e até a morte. Apesar dos perigos, é completamente controlável.

"É uma doença crônica e deve ser tratada como tal, mas com informação e mudança de hábitos, dá para ser controlada e ter qualidade de vida", explica a nutricionista Patrícia Ramos, coordenadora do Hospital Bandeirantes. Pensando nisso, o MinhaVida conversou com especialistas para descobrir...

O governador Wellington Dias sancionou a lei que torna obrigatório o atendimento prioritário para diabéticos nos hospitais e clínicas da rede pública e privada do Piauí. A lei, número 6.700/15, é de autoria do deputado estadual Flávio Nogueira Júnior (PDT) e já foi publicada no Diário Oficial do Estado. O deputado Flávio Nogueira Junior comemorou a sanção da lei e destacou que a mesma muito contribuirá para a melhoria na qualidade de vida e dos atendimentos aos pacientes portadores de diabetes Mellitus. “A lei aprovada estabelece que os pacientes portadores de diabetes têm prioridade na realização de consultas e exames que quererem que os mesmos estejam em jejum total para ser realizado. A idéia foi evitar mal estar dos pacientes, pois sabemos que, pessoas com diabetes, se ficarem muito tempo sem se alimentar, podem desencadear um quadro de hipoglicemia e outros danos à saúde, podendo chegar, inclusive, a óbito”, comentou...

Estima-se que cerca de 10% da população adulta brasileira sejam diabéticos. Segundo dados da SBD (Sociedade Brasileira de Diabetes), 41% tomam medicamentos, 29% fazem apenas dieta, 23% não seguem nenhum tratamento e 7% são dependentes de insulina. Diabetes - O inimigo silencioso Diabetes – O inimigo silencioso O diabetes é um dos principais fatores de risco para doenças cardiovasculares como infarto, acidente vascular cerebral (AVC) e entupimento de artérias, especialmente das pernas e pés, além de formação de aneurismas — dilatação de um vaso sanguíneo. Um estilo de vida saudável dificulta o aparecimento dos males que podem acometer as funções do coração.

O risco de sofrer um infarto aumenta 40% nos diabéticos homens e 50% nas mulheres que têm a doença. Quando a enfermidade se instala, potencializa outras condições de risco, como a pressão alta e o colesterol elevado. O diabetes é uma espécie de combustível perverso, difícil de ser...

No Brasil, segundo a Sociedade Brasileira de Diabetes, estima-se que cerca de 14 milhões de pessoas sofram da doença. Os dados preocupam, já que grande parcela dos pacientes não sabe que possuem a doença, uma vez que o diagnóstico pode demorar até sete anos. O Diabetes Tipo II é caracterizado, principalmente, por uma dificuldade de o organismo responder a ação do hormônio insulina. Tal fato tem como consequência o aumento dos níveis de glicose na corrente sanguínea. Ao contrário dos portadores de diabetes tipo I, as pessoas com o tipo II produzem insulina, porém o corpo cria resistência ao hormônio. Quando uma pessoa é diagnosticada com diabetes tipo I, provavelmente terá que conviver com a doença por toda a vida. O que não acontece com os portadores do tipo II, que desenvolvem a doença devido a uma série de fatores de riscos como idade acima de 45 anos; evidência de...

A melhoria do controle glicêmico tem demonstrado reduzir o aparecimento e a progressão de complicações da diabetes (Foto: Free Images) Controlar a glicose pode ser um desafio para quem tem diabetes tipo 2 neste período de férias. Apesar do aumento das tentações nos cardápios e da mudança na rotina, é possível manter a doença sob controle com pequenos cuidados diários. É o que diz a endocrinologista Maithê Pimentel, do Hospital Beneficência Portuguesa de São Paulo e também do setor de síndrome metabólica do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo. A médica lista cinco dicas para que os pacientes com diabetes tipo 2 consigam manter as taxas de glicose equilibradas durante as férias: 1) Para compensar a falta de exercício regular, procure utilizar escadas, ao invés de escadas rolantes e elevadores. Além disso, opte por fazer os trajetos sempre a pé ou de bicicleta. Vale a pena também pegar...

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