A dor nos pés ligada à idade tem muitas formas. Às vezes, pode ser atribuída a deformidades como os joanetes. Outras vezes, os problemas nos pés são o primeiro sinal externo de alguma doença grave, como diabetes ou artrite reumatoide. “Ocorrem alterações fisiológicas nos pés, na pele, em tecidos moles, músculos, nervos e no fluxo sanguíneo”, diz o professor de podiatria Hylton Menz, da Universidade LaTrobe, em Melbourne, Austrália. Reconhecer as mudanças sutis e não sutis dos pés pode ajudar a manter a boa saúde e evitar complicações ligadas a doenças graves. “Os idosos devem examinar os pés regularmente para ver se há alterações de cor, temperatura, sensação ou formato. Caso percebam alguma mudança, procurem um profissional de saúde”, recomenda ele. “Muitas doenças sistêmicas (como diabetes e doença vascular periférica) têm manifestações precoces nos pés, e a percepção rápida dessas mudanças pode evitar consequências de longo prazo.” Veja a seguir...

A diabetes é uma síndrome metabólica caracterizada pela falta de insulina e/ou incapacidade do organismo em produzi-la. Hoje em dia, o tratamento para diabéticos é basicamente verificar regularmente o nível de açúcar no sangue e injetar-se com insulina para mantê-lo sob controle. A doença não tem cura, mas pode ser evitada – pelo menos no que se trata do tipo 2. Antes da diabetes tipo 2 se desenvolver, há quase sempre um período de pré-diabetes onde níveis de açúcar no sangue estão em uma zona de perigo acima do normal, mas abaixo do nível considerado diabético.

De acordo com os Centros para Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, cerca de um em cada três adultos americanos são pré-diabéticos, mas apenas 11% das pessoas estão cientes de sua condição. Cura para diabetes? Cientistas induzem células embrionárias a fabricar insulina A pré-diabetes é séria porque muitas das consequências da doença...

Estudo registra aumento da doença em países em desenvolvimento A taxa global de diabetes quase dobrou nas últimas duas décadas, de acordo com um novo estudo, em um momento em que a obesidade e os problemas de saúde que ela gera se espalham nos países em desenvolvimento. É o que diz um artigo do jornal americano The New York Times.

A prevalência da diabetes tem aumentado em países ricos por várias décadas, em grande parte puxada por aumentos na taxa de obesidade. Mais recentemente, países mais pobres começaram a seguir a tendência, com grandes aumentos em nações como China, México e Índia.

O estudo, publicado na última segunda-feira (08/06) na publicação médica britânica The Lancet, registrou um aumento de 45% na prevalência da diabetes no mundo todo de 1990 a 2013. Quase todo o aumento foi do tipo 2, que costuma ser relacionado à obesidade e é a forma mais...

Artigo traduzido por Hilton Sousa. Só relembrando, o caminho que os americanos já trilharam na estrada do diabetes, é o mesmo que estamos (e o resto do mundo) trilhando nesse instante. por Kelly Close Flying Money

A obesidade custa caro. Este fato está claro nas pesquisas e dados históricos. Alguns dos custos são surpreendentes (US$2.5 bilhões em gasolina desperdiçada). Outros representam injustiça real (mulheres negras obesas ganham 34% menos que o resto dos trabalhadores). E outros custos ainda são universais (mais de US$8 bilhões perdidos com uma força de trabalho menos produtiva); Mas por mais significantes que estas quantidades diversas sejam, elas são quase irrelevantes quando comparadas aos custos resultantes do tratamento de saúde que resultam da obesidade. US$316 bilhões em 2010. Só essa quantia – que chega a US$3.500 por americano – é forte o suficiente. US$10 por segundo, US$601 por minuto, US$36.060 por hora. Mas tal valor –...

Uma pesquisa sueca publicada no jornal Diabetologia mostrou que crianças que presenciam eventos traumáticos na infância têm o risco três vezes maior de desenvolver diabetes do tipo 1. O número de crianças com a enfermidade tem crescido em todo o mundo. Por essa razão, pesquisadores da Universidade Linköping decidiram estudar os fatores ambientais que podem influenciar seu desenvolvimento. O estudo examinou se eventos potencialmente traumáticos na infância - como divórcio e morte e/ou doença na família, por exemplo - somados à falta de suporte dos pais nos primeiros catorze anos de uma pessoa pode ser um fator de risco para a doença.

LEIA TAMBÉM: Como cada hora em frente à TV pode aumentar o risco de diabetes Estratégia para controlar o diabetes: café reforçado e jantar leve Foram analisados dados de mais de 10.000 famílias suecas com filhos de dois a catorze anos. No estudo, 58 crianças foram diagnosticadas com a diabetes...

Será realizado de 12 a 14 de março, pela Sociedade Brasileira de Diabetes, o primeiro Simpósio Internacional de Novas Tecnologias em Diabetes, no Hotel Caesar Business Faria Lima ( Rua Olimpíadas, 205- Itaim Bibi ). Segundo Walter Minicucci, presidente da SBD, será abordada, entre outros temas, a utilização do pâncreas artificial que compreende um sensor de glicose subcutâneo que monitora os níveis de glicose e a bomba de insulina. Ambos são

conectados por programas de computador (o Algoritmo, que é um software que analisa as glicemias se estão subindo ou caindo, e comanda a bomba automaticamente para liberar mais e menos insulina. No futuro teremos o que se chama de Pâncreas Biônico – estudos de Boston-USA – que vão unir a aplicação de insulina e Glucagon na mesma bomba de Insulina, melhorando ainda mais o controle e reduzindo significativamente as hipoglicemias) que informa e estipula a quantidade de insulina a...

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